Foto: Reprodução/Netflix
Séries de suspense criminal produzidas em países nórdicos ganharam espaço entre o público
Com séries de suspense criminal em alta nas plataformas de streaming, produções sombrias de países nórdicos têm conquistado cada vez mais espaço entre os assinantes da Netflix. Só em 2025, duas tramas do gênero ficaram entre as 10 séries mais assistidas logo que foram lançadas. E a melhor parte é que são conteúdos fáceis de maratonar por serem curtos e viciantes.
“Noir” é uma palavra francesa que significa “preto” em tradução livre. Como gênero televisivo ou cinematográfico, significa que se trata de uma história que envolve um dos seguintes elementos: crimes, detetives cínicos, estética visual sombria, ambientes urbanos decadentes, fatalidades, corrupção e moralidade frágil.
As cenas são frequentemente narradas em off ou apresentam flashbacks do passado, indicando um suspense secundário na vida do protagonista. Só pela descrição das características, é possível imaginar o motivo de países nórdicos serem o cenário perfeito para noirs. As atuações costumam ser fortes e marcantes, o que transforma tudo em uma combinação perfeita para uma boa maratona.
Confira, a seguir, cinco séries de noir nórdico para assistir na Netflix.
Esse noir nórdico pouco conhecido acompanha Kata (Nína Dögg Filippusdóttir), uma investigadora que retorna à Islândia para ajudar a resolver um assassinato brutal ligado a um antigo centro de reabilitação juvenil chamado Valhalla. Conforme a investigação avança, segredos do passado envolvendo outras vítimas e autoridades começam a ser desenterrados, tornando o caso cada vez mais sombrio.
Os detetives Naia Thulin (Danica Curcic) e Mark Hess (Mikkel Følsgaard) investigam assassinatos brutais em Copenhague. Em cada cena de crime, o assassino em série deixa um boneco feito de castanhas, levando a uma trama sombria que revela ligações com o desaparecimento de uma criança e expõe segredos perturbadores do passado. Quanto mais avançam, mais pessoal o caso se torna.
Tea (Clara Dessau), uma jovem policial, recebe a missão de se infiltrar no submundo do crime organizado de Copenhague. Para isso, ela adota o nome Sara e faz amizade com a esposa de um traficante de drogas. Mas quanto mais a investigadora se aproxima dela, mais complicada a missão se torna, colocando-a em um dilema moral.
Hanna (Carla Sehn), uma detetive de Estocolmo emocionalmente abalada, tira um tempo para si e se isola cidade de Are, onde acaba se envolvendo na investigação de assassinatos brutais durante a temporada de inverno. O que começa como casos isolados logo revela uma rede de segredos, mentiras e tensões locais ligadas ao passado da comunidade, camufladas na aparência tranquila da cidade.
Quando uma jovem babá filipina desaparece em um bairro de elite na Dinamarca, conhecido como A Reserva, Cecilie (Marie Bach Hansen), vizinha da casa onde ela trabalhava, decide contribuir com a investigação policial. Conforme o caso avança, surgem rachaduras na imagem perfeita das famílias ricas, revelando abusos de poder, racismo e exploração e abuso de imigrantes de classes sociais mais baixas. Logo, Cecilie entende como privilégios podem silenciar crimes brutais e como a verdade é abafada para proteger pessoas influentes.
Paola Zanon
Jornalista formada pela Cásper Líbero, repórter e redatora com passagens pelo Notícias da TV, R7, UOL Esporte, Lakers Brasil e UmDois Esportes. Apaixonada por cobertura esportiva e cultura pop em geral. E-mail: paola@tangerina.news
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