(Foto: HBO Max/Divulgação)
Primeiras avaliações indicam que a série da HBO Max retomou a Dança dos Dragões e corrigiu os problemas de ritmo
A espera de dois anos para o público retornar ao universo de A Casa do Dragão chega ao fim na noite deste domingo (21), quando estreia a terceira temporada da série na HBO Max. Cercada de grande expectativa após um segundo ano que dividiu opiniões por seu ritmo cadenciado, a nova leva de episódios promete uma guinada.
As primeiras impressões registradas no agregador Rotten Tomatoes indicam que a produção despontou com uma aprovação acima da média até mesmo para os padrões da aclamada franquia Game of Thrones (2011-2019). Com base nas 36 primeiras resenhas da imprensa internacional, o drama alcançou 97% de avaliações positivas.
O índice de momento, que pode sofrer variação nos próximos dias com a publicações de novos reviews, coloca a terceira temporada no topo da própria história da série. Com 873 resenhas, o primeiro ano da produção é aprovado por 90% dos jornalistas, enquanto a segunda temporada, impactada por greves em Hollywood e críticas pela falta de grandes confrontos, registra 84% de aprovação.
Com os atuais 97%, a nova fase empata com os anos mais elogiados de Game of Thrones –especificamente as temporadas dois e quatro– e supera os 94% da elogiada primeira temporada do spin-off O Cavaleiro dos Sete Reinos.
O futuro de A Casa do Dragão já está decidido pela HBO. A terceira temporada será a penúltima da série, prevista para ser encerrada em 2028, com um quarto e último ano.
A nova temporada de A Casa do Dragão retoma os conflitos da sangrenta guerra civil da Casa Targaryen, a Dança dos Dragões. Segundo os críticos que tiveram acesso aos quatro episódios iniciais, corrige problemas crônicos de ritmo.
Cena da série A Casa do Dragão (Foto: HBO Max/Divulgação)
(Foto: HBO Max/Divulgação)
A revista Variety destaca que o seriado finalmente “aumenta o volume da ação”, abandonando a atmosfera sonolenta do ano anterior. A publicação exalta que, logo no episódio de estreia, a grandiosa Batalha da Goela (Battle of the Gullet) cumpre a promessa de espetáculo. No entanto, pondera que o verdadeiro trunfo continua no magnetismo entre as protagonistas vividas por Emma D’Arcy e Olivia Cooke, que dão peso real à tragédia anunciada.
Já o The Hollywood Reporter adota um tom mais cauteloso. Embora elogie os episódios três e quatro por serem “mais inteligentes, engraçados e íntimos” , o veículo expressa receio de que a narrativa tenha elementos demais para administrar em pouco tempo. A crítica aponta que o abuso de efeitos visuais e dragões corre o risco de esvaziar o impacto das mortes, mas reconhece que a série atinge seu ápice quando foca nas falhas institucionais e na negligência dos governantes para com o povo.
O portal Collider entende que a produção entrega o que os fãs tanto aguardavam. O texto enfatiza o ganho de controle e força da personagem Rhaenyra Targaryen (D’Arcy) e celebra o aumento considerável de dragões em tela, o que faz a guerra jus ao nome de “Dança dos Dragões”. Como ponto negativo, o site lamenta o pouco tempo de tela dedicado a personagens importantes do núcleo dos “Verdes”, como Aegon II e Aemond.
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