Foto: Reprodução/HBO Max
Minissérie original da HBO Max chegou há pouco tempo no catálogo da Netflix e voltou a fazer sucesso
Lançada pela HBO Max em 2023, a minissérie Amor e Morte chegou neste mês ao catálogo da Netflix e alcançou um lugar no Top 10, revivendo o sucesso da época de estreia. O enredo gira em torno de um crime real que aconteceu nos anos 1980, tendo Candy Montgomery, interpretada por Elizabeth Olsen, como principal suspeita. Mas o que aconteceu com a mulher? A Tangerina te explica.
Dona de casa bastante religiosa, Candy se envolve com Allan Gore (Jesse Plemons), marido de sua melhor amiga, Betty (Lily Rabe), e pouco tempo depois do fim do relacionamento, Betty é encontrada morta em sua própria casa após sofrer dezenas de golpes de machado.
Principal suspeita pelo assassinato brutal, Montgomery alega legítima defesa por ter sido atacada após a melhor amiga descobrir o caso. A minissérie, de sete episódios, acompanha também a investigação e o julgamento do caso.
Depois de contratar um advogado com o apoio de sua igreja e alegar legítima defesa, Candy foi considerada inocente da acusação do homicídio de Betty pelo júri popular do tribunal do Texas decidiu que Candy Montgomery, mesmo tendo matado a melhor amiga com diversas machadadas, deixando o corpo dela em um estado que causou choque em quem viu.
A princípio, ela negou o crime, mas com a descoberta do caso extraconjugal, acabou se entregando e confessando. Em seu depoimento, Candy negou ter premeditado o crime e contou que quem pegou o machado foi a própria Betty, mas errou o golpe ao atacá-la. As duas tiveram uma luta corporal, e Candy acabou ficando com o machado, acertando a esposa de Allan 41 vezes.
Absolvida, ela e seu marido, Pat Montgomery, se mudaram para a Geórgia, com os filhos, logo após o julgamento. Algum tempo mais tarde, no entanto, o casal acabou se separando, enquanto Allan Gore se casou com a organista da igreja, Elaine Williams, pouco tempo depois de ficar viúvo. Os dois também se divorciaram anos mais tarde.
Divorciada, Candy retomou os estudos para se tornar conselheira de saúde mental, profissão na qual atua até hoje, quase 46 anos após o crime. Pat também continuou na Geórgia, trabalhando com tecnologia de defesa.
Paola Zanon
Jornalista formada pela Cásper Líbero, repórter e redatora com passagens pelo Notícias da TV, R7, UOL Esporte, Lakers Brasil e UmDois Esportes. Apaixonada por cobertura esportiva e cultura pop em geral. E-mail: paola@tangerina.news
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