(Foto: Netflix/Divulgação)
Uma delas entrega ficção científica, a outra um mistério criminal de época: confira as dicas
Se você está procurando uma série de suspense nova para maratonar neste fim de semana, a Tangerina te apresenta aqui duas produções que foram adicionadas ao catálogo da Netflix. Ambas apostam no mistério, mas seguem caminhos criativos bem distintos.
Vapor Humano entrega uma trama de ficção científica ambientada no Japão contemporâneo, enquanto O Verão de 1936 traz cenários históricos e ensolarados da Riviera Francesa na década de 1930. Saiba os detalhes de cada uma das séries de suspense novas da Netflix:
A trama acompanha o pânico social que se instala no Japão quando um homem adquire a capacidade de transformar o próprio corpo em gás. O criminoso realiza assassinatos inéditos, como fazer uma pessoa inchar e explodir em uma transmissão de televisão ao vivo, e passa a anunciar seus crimes com antecedência.
Para tentar capturá-lo, o detetive Kenji Okamoto e a repórter Kyoko Kono iniciam uma investigação complexa. A produção japonesa de oito episódios é fruto da parceria inédita entre a Toho e a Netflix, servindo como uma releitura moderna do clássico filme de 1960.
As primeiras impressões da crítica destacam que Vapor Humano constrói um suspense ambicioso e visualmente deslumbrante, elogiando os efeitos visuais que misturam computação gráfica com efeitos práticos. A atuação fria e calculada do vilão também recebeu elogios, embora algumas análises apontem que uma falha no ritmo da série, com o esticamento da história ao longo dos episódios.
Com seis episódios, esta minissérie francesa na Netflix mistura drama histórico e mistério policial na cidade de Nice. A história se passa durante o primeiro verão em que a classe operária da França conquistou o direito a férias pagas, gerando um choque cultural com a elite tradicional. A calmaria do luxuoso hotel Riviera é interrompida quando o promotor Adrien Jacquart é assassinado em seu quarto.
Quatro mulheres com origens sociais totalmente diferentes –Blanche, Eugénie, Giulia e Léonie– tornam-se as principais suspeitas por terem ligações com a vítima.
A crítica especializada considerou a produção um suspense agradável e muito bonito visualmente, elogiando o figurino e a reconstituição de época da Côte d’Azur. No entanto, os críticos apontaram que a obra peca pelo ritmo irregular, reviravoltas desnecessárias e tramas paralelas que tiram o foco do suspense principal.
*Essas dicas foram publicadas originalmente na newsletter semanal Só o que Vale o Play, da Tangerina. Se quiser receber as novidades do fim de semana no seu e-mail, sempre às sextas, inscreva-se gratuitamente.
Vinícius Andrade
Jornalista e Coordenador de Conteúdo da Tangerina. Vinícius Andrade já foi editor do Notícias da TV. Interessado por tudo o que envolve mercado de entretenimento, tem mais de 14 anos de experiência na área e também trabalha com jornalismo local. E-mail: vinicius@tangerina.news
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