(Foto: Divulgação/Sony Pictures)
A animação segue isolada no topo, não apenas como o líder do ranking, mas como um marco que redefiniu o super-herói
Homem-Aranha no Aranhaverso completa sete anos neste domingo (14). E, mesmo com mais de duas décadas de adaptações para o cinema, a animação segue como o ponto mais alto do Cabeça de Teia. Lançado em 2018, o filme não apenas reinventou o personagem, como também redefiniu o que era possível fazer visualmente em uma produção de super-herói.
No Rotten Tomatoes, Homem-Aranha no Aranhaverso ostenta 97% de aprovação dos críticos, a maior nota entre todos os filmes do personagem já lançados. A combinação entre narrativa de amadurecimento, foco em Miles Morales e um estilo de animação revolucionário transformou o longa em referência imediata dentro e fora do gênero.
O sucesso foi tão grande que o filme venceu o Oscar de Melhor Animação e abriu caminho para uma nova fase da franquia nos cinemas. A continuação, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, manteve o alto nível de qualidade e reforçou o domínio da animação sobre as versões em live-action.
O futuro do herói já está traçado em duas frentes. O encerramento da trilogia animada, Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, tem estreia prevista para 18 de junho de 2027. Antes disso, o personagem retorna em live-action com Tom Holland em Um Novo Dia, marcado para 30 de julho de 2026.
A seguir, confira o ranking completo dos filmes do Homem-Aranha, com base nas notas dos críticos no Rotten Tomatoes.
A história de Miles Morales transforma o conceito de herói, mistura múltiplos universos e apresenta uma estética inédita que virou padrão de qualidade para animações do gênero.
A continuação amplia o multiverso, aprofunda o conflito emocional de Miles Morales e encerra o filme em um gancho ambicioso para o capítulo final da saga.
O confronto entre Peter Parker (Tobey Maguire) e Doutor Octopus (Alfred Molina) é lembrado como um dos arcos mais humanos e equilibrados do personagem no cinema.
O filme transforma o multiverso em evento cinematográfico, reunindo diferentes versões do herói e apostando fortemente na nostalgia sem abandonar o drama pessoal de Peter Parker (Tom Holland).
A introdução definitiva do personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) aposta em um tom juvenil, com foco no amadurecimento de Peter Parker sob a influência de Tony Stark.
A trama expande o alcance do herói para fora de Nova York e apresenta Mysterio (Jake Gyllenhaal) como peça central de uma história marcada por ilusões e manipulação.
O filme que deu início à era moderna dos super-heróis no cinema apresenta a origem clássica de Peter Parker (Maguire) e eterniza o lema do personagem.
A releitura estrelada por Andrew Garfield aposta em uma abordagem mais romântica e em mistérios familiares, com recepção mais dividida entre críticos.
O excesso de vilões e subtramas compromete o encerramento da trilogia de Sam Raimi, apesar de momentos icônicos que seguem sendo debatidos até hoje.
O filme sofre com narrativa fragmentada e decisões criativas contestadas, encerrando de forma precoce a segunda encarnação do herói nos cinemas.
Victor Cierro
Repórter da Tangerina, Victor Cierro é viciado em quadrinhos e cultura pop e decidiu que seria jornalista aos 9 anos. É cria da casa: antes da Tangerina, estagiou no Notícias da TV, escrevendo sobre filmes e séries.
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