FILMES E SÉRIES

Elisabeth Moss em O Homem Invisível, disponível na Netflix até 19 de setembro

(Foto: Universal Studios/Divulgação)

O Homem Invisível

Netflix dá prazo para assistir a um dos melhores filmes de terror da década

O Homem Invisível, estrelado por Elisabeth Moss, está com os dias contados no catálogo

Victor Cierro
Victor Cierro

A Netflix está prestes a perder um dos filmes de terror mais elogiados dos últimos anos. O Homem Invisível (2020) permanece disponível no streaming por poucas semanas, dando ao público uma última oportunidade para conferir uma produção que transformou um monstro clássico do cinema em uma experiência moderna e perturbadora.

Conforme indicado pela própria plataforma, O Homem Invisível ficará disponível na Netflix somente até 19 de setembro. Dirigido por Leigh Whannell e estrelado por Elisabeth Moss, o longa tem 2h04min de duração e foi recebido com enorme entusiasmo desde seu lançamento.

No Rotten Tomatoes, o terror registra 91% de aprovação da crítica, com base em 422 avaliações, além de 88% do público, considerando mais de 10 mil avaliações verificadas. Os números ajudam a colocar o filme entre as produções mais celebradas do gênero lançadas nesta década.

Elisabeth Moss em O Homem Invisível, disponível na Netflix até 19 de setembro

Elisabeth Moss em cena de O Homem Invisível

(Foto: Mark Rogers/Universal Pictures)

Filme na Netflix transformou um monstro clássico em terror psicológico

A história acompanha Cecilia, uma mulher que consegue escapar de um relacionamento abusivo e controlador com um rico gênio da tecnologia. Quando seu ex aparentemente tira a própria vida, acontecimentos inexplicáveis começam a atormentá-la. A protagonista passa a acreditar que está sendo perseguida por uma presença que ninguém consegue enxergar.

Em vez de simplesmente atualizar a tradicional história do Homem Invisível, o filme na Netflix utiliza sua premissa de ficção científica para explorar temas como abuso doméstico, manipulação, trauma e gaslighting. O verdadeiro terror não está apenas na possibilidade de existir alguém invisível no ambiente, mas na dificuldade de Cecilia em fazer com que outras pessoas acreditem no que está acontecendo.

Whannell reforça essa paranoia com o uso constante de espaços vazios. Corredores, cantos de quartos e áreas aparentemente comuns permanecem no enquadramento por tempo suficiente para fazer o espectador procurar uma ameaça onde, aparentemente, não existe nada. A estratégia permite que a tensão cresça sem depender constantemente de sustos repentinos.

A atuação de Elisabeth Moss também é fundamental para sustentar a proposta. A atriz transforma o isolamento, o pânico e as consequências psicológicas vividas por Cecilia em parte central do terror, ajudando a manter uma história fantástica ancorada em sentimentos muito reais. Com a despedida marcada para 19 de setembro, quem ainda não assistiu a O Homem Invisível tem menos de um mês para aproveitar sua passagem pela Netflix.

Informar Erro
Falar com a equipe
QUEM FEZ
Victor Cierro

Victor Cierro

Repórter da Tangerina, Victor Cierro é viciado em quadrinhos e cultura pop e decidiu que seria jornalista aos 9 anos. É cria da casa: antes da Tangerina, estagiou no Notícias da TV, escrevendo sobre filmes e séries.

Ver mais conteúdos de Victor Cierro

0 comentário

Tangerina é um lugar aberto para troca de ideias. Por isso, pra gente é super importante que os comentários sejam respeitosos. Comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, com palavrões, que incitam a violência, discurso de ódio ou contenham links vão ser deletados.

Acesse sua conta para comentar

Ainda não tem uma conta?

Só o que vale o play

Toda sexta-feira, no seu e-mail, as melhores dicas de filmes e séries para ver em casa