(Foto: Netflix/Divulgação)
Na trama, um detetive de Estocolmo deve se unir ao pai aposentado para capturar um assassino em série atacando policiais
Sacrifício de Sangue precisou de apenas um dia na Netflix para chegar ao segundo lugar do Top 10 de séries mais vistas do serviço de streaming no Brasil. A produção tem todos os elementos que despertam a atenção do assinante médio da plataforma: suspense, investigação policial, drama familiar e ainda é curtinha. São apenas cinco episódios com cerca de 45 minutos de duração cada. Perfeita para maratonar no fim de semana.
A trama sueca se passa em Estocolmo, durante o verão, quando a noite quase nunca cai. A polícia recebe uma chamada de emergência sobre uma invasão domiciliar, e dois agentes são enviados ao endereço: uma casa de veraneio no arquipélago. Ao chegar lá, eles não encontram ninguém. Pelo menos, ninguém que consigam ver. No dia seguinte, os corpos dos dois policiais são encontrados, vítimas de um crime brutal.
É o início de uma série de assassinatos aterrorizantes que parecem ter policiais como alvo. O detetive Thomas Berg (Jakob Oftebro) assume o comando da investigação.
Cena de Sacrifício de Sangue, série de suspense da Netflix
Embora convoque a recém-formada detetive Natalie Eklund (Electra Hallman) para o inquérito, o protagonista se vê recorrendo à única outra pessoa que pode ajudá-lo a solucionar o caso: seu pai, Alfred (Peter Andersson). O veterano já foi um detetive de homicídios muito querido, mas se foi forçado a se demitir devido ao seu alcoolismo e por ter sido flagrado adulterando provas.
Criada por George Kay, a mentes por trás da série de sucesso Lupin, também da Netflix, o novo suspense despontou com 80% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, mas são apenas cinco críticas registradas até a publicação deste texto.
Para a revista Variety, Sacrifício de Sangue é “intensa, sangrenta e instigante”. A publicação destaca que, apesar da resolução do crime ser o ponto central da trama, a história trata sobre relação conturbada entre pai e filho e explora o desgaste mental incessante do trabalho policial. “A série é muito mais do que um mistério de assassinato comum. Além de um caso horripilante que acompanha, examina as falhas e fissuras que assolam as burocracias policiais há décadas”.
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Vinícius Andrade
Jornalista e Coordenador de Conteúdo da Tangerina. Vinícius Andrade já foi editor do Notícias da TV. Interessado por tudo o que envolve mercado de entretenimento, tem mais de 14 anos de experiência na área e também trabalha com jornalismo local. E-mail: vinicius@tangerina.news
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