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Kumail Nanjiani anunciou o empate do Oscar 2026 de Melhor Curta-Metragem

(Foto: Reprodução/TNT)

Melhor Curta-Metragem

Oscar registra empate histórico que só aconteceu 7 vezes em quase 100 anos

Os Cantores e Two People Exchanging Saliva terminaram com o mesmo número de votos

Victor Cierro
Victor Cierro

A cerimônia do Oscar 2026 entrou para a história com um momento raríssimo. Pela primeira vez em mais de uma década, a Academia anunciou um empate em uma categoria, algo que quase nunca acontece ao longo dos quase 100 anos da premiação.

O caso ocorreu na disputa de Melhor Curta-Metragem, quando dois filmes terminaram com a mesma quantidade de votos. O apresentador Kumail Nanjiani abriu o envelope e revelou primeiro Os Cantores (2025), dirigido por Sam A. Davis e Jack Piatt. Logo depois, veio a surpresa: o segundo vencedor era Two People Exchanging Saliva (2025), de Alexandre Singh e Natalie Musteata.

A situação pegou o público de surpresa. Após o primeiro discurso de agradecimento, Nanjiani confirmou no palco que o resultado era realmente um empate. “É um empate. Não estou brincando. É realmente um empate”, disse o ator ao anunciar o resultado histórico.

Empates históricos no Oscar

Empates no Oscar são extremamente raros. Desde a criação da premiação, isso aconteceu apenas sete vezes em quase um século, incluindo momentos famosos como a divisão do prêmio de Melhor Atriz entre Katharine Hepburn (1907-2003) por O Leão no Inverno (1968) e Barbra Streisand por Funny Girl – Uma Garota Genial (1968).

Outros empates ocorreram em categorias como Melhor Ator em 1932 e Melhor Edição de Som em 2013, quando 007 – Operação Skyfall (2012) e A Hora Mais Escura (2012) dividiram a estatueta. Mesmo assim, o fenômeno continua sendo uma raridade na história da Academia.

Além do empate, a cerimônia também teve outro momento marcante. A atriz Amy Madigan venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante quatro décadas após sua primeira indicação, feita em 1985. Foi a primeira estatueta da carreira da atriz de A Hora do Mal (2025).

A vitória também chamou atenção por outro motivo: marcou a primeira vez desde 1969 que uma atriz conquista o prêmio de coadjuvante por um filme de terror. O resultado encerra um longo período sem vitórias do gênero nas categorias de atuação do Oscar.

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Victor Cierro

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Repórter da Tangerina, Victor Cierro é viciado em quadrinhos e cultura pop e decidiu que seria jornalista aos 9 anos. É cria da casa: antes da Tangerina, estagiou no Notícias da TV, escrevendo sobre filmes e séries.

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