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Xbox Series S e Xbox Series X

Divulgação/Xbox

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Os 20 melhores games do Xbox Series X e Xbox Series S para jogar agora

De Residentl Evil a Assassin's Creed, confira o que há de melhor nas plataformas de nova geração do Xbox

Bruno Silva

Bruno Silva

A Microsoft trouxe duas opções para a nova geração de consoles: o poderoso Xbox Series X e o mais acessível Xbox Series S. Eles combinam as melhorias de carregamento de um disco de estado sólido com serviços como Xbox Game Pass, que dá acesso a um catálogo de jogos mediante uma assinatura mensal, nos mesmos moldes da Netfilx.

Com esse serviço à disposição, são muitas as opções de games pra quem tem um desses consoles. Se você escolheu um destes dois aparelhos para entrar na próxima geração de consoles e está perdido se perguntando quais são os melhores jogos do Xbox Series X e Xbox Series S, a Tangerina tem a solução!

Preparamos uma lista, sem ordem específica, com os 20 melhores jogos do Xbox Series X e do Xbox Series S disponíveis para a plataforma no momento. A ideia é passar a você as experiências imperdíveis para a dupla de consoles, independentemente de gênero ou valor de produção do jogo.

Esta curadoria será permanente e novos jogos vão entrar na lista à medida que forem lançados. Então espere ver muitas mudanças nesta seleção ao longo da vida útil dos novos consoles da Microsoft. Muitos desses jogos devem estar disponíveis no Xbox Game Pass, que também tem uma lista própria em constante atualização.

Forza Horizon 5

Imagem promocional de Forza Horizon 5

Forza Horizon 5 leva festival de corrida ao México

Divulgação/Xbox

Jogar Forza Horizon 5 é como sair em uma viagem sem hora para acabar. Ao longo de cinco jogos, a Microsoft aperfeiçoou ao máximo seu jogo de corrida para entregar prazer na simples atividade de acelerar um carro sem objetivo, sem rumo e em qualquer direção.

Como manda a tradição da série de jogos de corrida, o destino da vez é o México, cuja topografia acidentada e climas variados são perfeitos para navegar pelos mais diversos tipos de terreno, com selvas litorais, desertos e até mesmo montanhas nevadas, tudo com um nível de detalhe visual de altíssima qualidade. Essa abundância de biomas é perfeita para os vários tipos de atividades existentes em Forza Horizon 5, que reúne corridas na pista e off-road em uma espécie de Lollapalooza do automobilismo.

Por trás dos gráficos e do clima festivo, Forza Horizon é também um dos mais acessíveis jogos de corrida existentes no mercado, pois consegue atender a todo tipo de público, com um sistema que pode agradar quem nunca pisou em um acelerador na vida, como também apresentar opções que aumentam o realismo no comportamento do carro, deixando o jogo ao gosto dos entusiastas por esportes a motor. – Bruno Silva

Leva que tá doce: O aspecto que mais se sobressai em Forza Horizon 5 é sem dúvida o visual, que brilha tanto nos cenários quanto na coleção de carros existente no jogo, mas vale a pena também ficar de olho no som, da trilha sonora ao ronco dos motores.

Dois pelo preço de um: Forza Horizon é um jogo de corrida obrigatório para quem quer se divertir com o gênero sem muito compromisso, algo que os fãs de Need for Speed devem sentir falta. Mas também é recomendado para quem curte games de mundo aberto que convidam à exploração.

Presta atenção, freguesia: O sistema de criação de personagem em Forza Horizon 5 é o mais respeitoso da história da franquia em relação à diversidade, com opções que vão desde membros prostéticos para pessoas com deficiência até a escolha de pronomes.

Assassin’s Creed: Valhalla

Imagem promocional de Assassin's Creed Valhalla

Assassin's Creed Valhalla leva você à Inglaterra do século 9

Divulgação/Ubisoft

Nenhum título representa mais os excessos dos jogos de alto orçamento na indústria de games como Assassin’s Creed, o que faz de Assassin’s Creed Valhalla um jogo surpreendente por conta de seu poder de foco.

Com este jogo, a Ubisoft finalmente aprendeu a esconder os excessos para mostrar aos jogadores o que realmente importa em cada momento de suas muitas horas de aventura, o que permite a você dividir este título em sessões curtas com histórias contidas entre os vários territórios saxões que, no século 9, se uniram para expulsar os vikings e formar a Inglaterra. No controle de Eivor, uma (ou, caso você escolha, um) viking que deixa a Noruega em busca de um novo lar nas ilhas britânicas, Assassin’s Creed Valhalla tem de tudo um pouco.

Ao tentar retratar como era a vida dos habitantes da Grã-Bretanha há mais de mil anos, entre cada batalha contra os saxões ou invasões em busca de recursos para construir a sua vila, o jogo tem seus toques de humor, romance e doses cavalares de mitologia – um tema cada vez mais recorrente na série outrora baseada em períodos da História.

Essa variedade se traduz também no que você faz com o controle, em uma variedade de atividades que vai de coisas esperadas como navegar e escalar a atividades incomuns, como o flyting (batizado brilhantemente como repente pela tradução brasileira), um jogo de rimas nórdico no qual vence quem insultar da forma mais criativa. O mundo de Assassin’s Creed Valhalla é rico, denso e parece cansativo quando você enumera todo o seu conteúdo, mas é algo o qual vale explorar pela maneira competente na qual ele é apresentado. – Bruno Silva

Leva que tá doce: Há alguns anos, Assassin’s Creed se converteu em um RPG, com níveis e pontos de experiência, mas não deixe isso te afugentar do jogo. Valhalla traz uma experiência convidativa até para quem não é muito fã do gênero.

Dois pelo preço de um: Assassin’s Creed já é um dos jogos de mundo aberto mais conhecidos, o que deve te interessar se você for fã de títulos como GTA e também pode agradar quem gostou de The Witcher III. Fora dos games, o título é feito sob medida se você gosta de duas séries que abordam este mesmo período histórico: Vikings e The Last Kingdom.

Presta atenção, freguesia: Valhalla tem muitas histórias, mas não deixe de conferir a saga opcional situada em Asgard, o panteão da mitologia nórdica, e protagonizada por figuras como Thor e Freya.

Death’s Door

Cena de Death's Door

Death's Door traz aventura sobre vida após a morte

Divulgação/Devolver Digital

Imagine controlar um pequeno corvo que coleta almas para uma espécie de agência de vida após a morte em uma aventura com câmera isométrica 3D repleta de ação e desafios? Se gostou dessa premissa, então Death’s Door é a sua pedida.

Claro que o jogo oferece mais, com a narrativa se desdobrando em reviravoltas interessantes e a jogabilidade ganhando cada vez mais camadas conforme o jogador explora e desbloqueia novas habilidades. Afinal, o game progride de forma semelhante a The Legend of Zelda, com equipamentos sendo utilizados para resolver enigmas e, por tabela, destravar novos caminhos que antes eram inalcançáveis.

Além de perfeito para os colecionadores de troféus/conquistas de plantão, Death’s Door é desafiador e intrigante na medida certa para todos os tipos de jogadores. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Death’s Door aborda questões como ação e consequência, e o ciclo da vida e da morte de forma interessante.

Dois pelo preço de um: Além do já citado The Legend of Zelda, recomendamos Death’s Door para quem se encontrou na jogabilidade e na exploração de Star Wars Jedi: Fallen Order ou na câmera isométrica e no combate de Hades.

Presta atenção, freguesia: O jogo é uma espécie de sequência de Titan Souls, outro jogo da mesma desenvolvedora, o estúdio Acid Nerve. Se você gosta de universos compartilhados, fica a dica!

Halo Infinite

Cena de Halo Infinite

Halo Infinite traz o herói Master Chief de volta a um papel de destaque

Divulgação/Xbox

Depois de redefinir o que é um jogo de tiro em primeira pessoa, criando as bases desse gênero para além dos PCs no início dos anos 2000, Halo passou por uma crise criativa enorme. Em Halo: Infinite, primeiro jogo da franquia da Microsoft produzido para os Xbox Series, a solução foi abraçar soluções vistas na concorrência.

A grande mudança de Halo: Infinite está em um cenário maior, amplo o suficiente para que o título adquira características comuns a outros jogos de mundo aberto, com grandes áreas para atravessar, segredos para descobrir e, sobretudo, bases de inimigos para conquistar.

O que está batido em tantos jogos de tiro em primeira pessoa se transforma em uma mudança bem-vinda em Halo Infinite justamente porque sua estrutura de jogo e seus controles continuam sendo alguns dos melhores do mercado.

No controle do super soldado Master Chief, uma espécie de “Capitão América espacial”, você tem ferramentas para enfrentar exércitos sozinho, e os controles de tiro e movimentação se agregam a uma ferramenta muito bem vinda de gancho, que agiliza a movimentação e permite que você se desloque para cima, aproveitando ainda mais os cenários enormes do jogo. – Bruno Silva

Leva que tá doce: Para quem não gosta de campanha, o modo multiplayer de Halo Infinite, um dos pontos fortes da série desde a sua criação em 2001, é gratuito.

Dois pelo preço de um: O mapa mais aberto faz de Halo Infinite uma opção óbvia para quem é fã de Far Cry, mas vale a pena conferir se você gosta de jogos battle royale como Call of Duty: Warzone, Fortnite ou Free Fire e quer jogos de mapas imensos com uma história mais fechada.

Presta atenção, freguesia: Batalhas de chefe nem sempre são o forte de jogos de tiro em primeira pessoa, mas em Halo: Infinite, esses momentos são um show à parte.

Sable

Cena de Sable

Em Sable, rito de passagem leva você a viajar por cenários deslumbrantes

Divulgação/Raw Fury

Artístico e fora da caixa, Sable se destaca por trazer visuais coloridos e chapados em um mundo aberto para ser explorado e apreciado. Detalhe: Todos os cenários do game foram desenhados à mão, misturando o estilo gráfico do francês Moebius (1938-2012) com a leveza de uma aventura do Studio Ghibli.

Sable é protagonizado por uma garota homônima que precisa buscar uma máscara como parte de um rito de passagem do seu clã. Para conseguir, ela embarca em uma jornada por um mundo desértico. E um dos aspectos mais interessantes do game é que ele não oferece combate. focando apenas em apresentar este mundo e seus personagens. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Sable é focado na aventura e, principalmente, na autodescoberta.

Dois pelo preço de um: Se esbaldou nos gráficos cósmicos de The Artful Escape? Mergulhou nas delicadas areias de Journey? Então Sable é para você.

Presta atenção, freguesia: O conceito do jogo nasceu a partir do planeta Jakku, onde encontramos pela primeira vez a heroína Rey de Star Wars: O Despertar da Força.

It Takes Two

Cena de It Takes Two

Em It Takes Two, um casal precisa cooperar para voltar à vida normal

Divulgação/Electronic Arts

It Takes Two é um tipo cada vez mais raro de jogo: aquele em que você é obrigado a jogar com outra pessoa, seja online ou ao seu lado no sofá.
O game, que coloca você no papel de um casal prestes a se divorciar tem sua consciência magicamente transportada para dois bonequinhos por um desejo involuntário de sua filha pequena, só pode ser jogado por duas pessoas. Não é necessário que ambas tenham o jogo, pois há um modo no qual você pode “emprestar” o segundo controle para o segundo jogador.

À primeira vista, esse modo cooperativo obrigatório pode parecer uma desvantagem em meio a um mar de opções de jogos nos quais o computador pode assumir, com bots, papéis destinados a humanos. Mas é justamente a exigência dos desenvolvedores que torna essa aventura tão única.

Enquanto há alguns tropeços na história, que gira em torno de um ser misterioso travestido de livro de autoajuda para casais determinado a reatar o relacionamento em crise dos protagonistas, a travessia das fases e os desafios impostos em seu design são bastante criativos, e justificam a necessidade de ter alguém ao seu lado durante a aventura. – Bruno Silva

Leva que tá doce: Os cenários e o design dos níveis de It Takes Two são alguns dos melhores nos últimos anos entre jogos de plataforma, e uma experiência quase única quando levamos em conta que esse jogo exige duas pessoas para ser jogado.

Dois pelo preço de um: Esse jogo é ideal para fãs de Super Mario, Crash Bandicoot ou qualquer outro título de plataforma que quiserem algo para ser jogado junto.

Presta atenção, freguesia: Apesar do visual fofinho, It Takes Two não é um jogo para crianças. A história toma rumos pesados em alguns momentos.

Resident Evil Village

Cena de Resident Evil Village

A vilã Lady Dimitrescu rouba a cena em Resident Evil Village

Divulgação/Capcom

Ainda no caminho de se reinventar, mas sem deixar de lado seu importante legado no terror de sobrevivência, Resident Evil Village mistura os principais elementos que fizeram a saga se tornar um grande sucesso, com pitadas de outros gêneros e mitologias igualmente macabras.

Intercalando momentos de ação, aventura e exploração com sequências aterrorizantes, o jogador novamente controla Ethan Winters (protagonista de Resident Evil 7: Biohazard) que, desta vez, tem o objetivo de resgatar sua filha, a bebê Rose.

Inclusive, não é preciso se preocupar em ter jogado o game anterior: nos momentos iniciais, Village irá contar tudo que você precisa saber antes de começar a desvendar os mistérios de uma vila europeia macabra próxima de montanhas gélidas. Tudo isso regado ao ultrarealista motor gráfico RE Engine e a um trabalho incrível de edição de som (fica a dica: jogue de fones de ouvido!) – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Assim como Resident Evil 7: Biohazard fez homenagens a diferentes gêneros do horror, Village foca no “terror folclórico”, um subgênero que aborda mitologia, ocultismo e misticismo.

Dois pelo preço de um: Se você gosta de filmes como Midsommar: O Mal Não Espera a Noite, O Homem de Palha, O Estigma de Satanás, A Bruxa e tantos outros nesse estilo, certamente vai adorar este novo Resident Evil.

Presta atenção, freguesia: Resident Evil Village é descrito por seus criadores como um “parque temático de terror”, já que traz um pseudo mundo aberto e é um dos jogos da franquia mais focados na exploração.

Hades

Imagem promocional de Hades

Em Hades, Zagreus tenta (muitas vezes) escapar do inferno

Divulgação/Supergiant Games

A desenvolvedora Supergiant Games ficou famosa por conectar de forma única a parte interativa dos jogos com a história e, depois de lançar três games nos quais pôde demonstrar essa capacidade, Bastion, Transistor e Pyre, o estúdio produziu em Hades sua obra-prima.

Este é um jogo de ação no qual você explora catacumbas com uma mecânica roguelike (perdeu, acabou o jogo), um combate frenético e uma visão de cima, com câmera isométrica. O que torna Hades tão único em meio a tantos jogos que também mesclam esses gêneros e subgêneros é seu belíssimo visual e sua intrigante narrativa, que está diretamente conectada à sua jogabilidade e mecânicas.

Quanto mais o protagonista Zagreus morrer, seja através de armadilhas, seja em combates mortais; mais o jogador irá desvendar a trama. Afinal, quando o personagem principal falha em sua jornada para fugir do Submundo, isto é, o Hades, ele retorna para seus aposentos e precisa refazer tudo.

O diferencial é que Zagreus e todos os demais personagens, deuses e semideuses que o acompanham sua fuga, se recordam de tudo – e inclusive, não perdem a oportunidade de fazer piadas a respeito disso. Riquíssimo em gameplay e narrativa, Hades é um dos jogos mais divertidos, desafiadores e belíssimos dos últimos tempos. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Hades traz uma nova e refrescante perspectiva sobre a mitologia grega, reinterpretando alguns mitos com bom humor e autenticidade.

Dois pelo preço de um: Hades é recomendado para quem gostou da jogabilidade flexível e dos cenários de Children of Morta, ou para quem curte o level design bem feito e a progressão de história atípica de Dark Souls e Bloodborne. E se você for fã dos demais jogos da Supergiant Games, mergulhe sem medo em Hades.

Presta atenção, freguesia: Hades concorreu e venceu em diferentes categorias nas principais premiações dos videogames, incluindo The Game Awards, DICE, a categoria extraordinária de games do prêmio Hugo em 2020, entre outros.

Control

Imagem promocional de Control

Control une mistérios a direção de arte espetacular

Divulgação/505 Games

Control é um ótimo exemplo de como a criatividade pode surgir de mecânicas de jogo e estilos narrativos conhecidos. O segredo está na forma como os pilares do título são “colados” com elementos pouco habituais.

À primeira vista, o estúdio finlandês Remedy parece apresentar sua obra-prima como um jogo de ação em terceira pessoa qualquer, com um sistema de tiroteio e cobertura que poderia existir em mil concorrentes. Mas uma sensação de estranheza permeia a aventura o tempo todo, como uma forma de dizer que há segredos a serem desvendados.

No melhor estilo das obras de David Lynch, Control transforma esse incômodo sutil em um mergulho profundo no sobrenatural protagonizado pela jovem Jesse Faden, cuja busca pelo irmão perdido a leva ao departamento federal de controle, um órgão fictício do governo americano dedicado a estudar fenômenos paranormais.

Na prática, essa alteração nas percepções da realidade transforma Jesse em uma super-humana, capaz de mover objetos com o poder da mente. O cenário do game, que contrasta o estilo mundano de um escritório governamental com poderes que mudam as leis da física, é o local perfeito para as mecânicas de jogo de Control, que contém um dos melhores sistemas de colisão de objetos já criados em um game.

No fim das contas, nada em Control é o que parece, e essa jornada cheia de mistérios em uma atmosfera inquietante o fazem uma aventura obrigatória para quem quer jogos de ação que saiam da mesmice. – Bruno Silva

Leva que tá doce: Control chama a atenção por seu visual, tanto nos mil objetos que podem servir de arma para Jesse, quanto pelo design de cenários, menus e textos, fruto de um minucioso de cores, sombras e, sobretudo, arquitetura e tipografia.

Dois pelo preço de um: O ambiente tenso faz de Control um jogo ótimo para quem gosta de terror, como Resident Evil, mas seu público-alvo está fora dos games: são os fãs de séries cheias de mistério, como Arquivo X, Twin Peaks e Além da Imaginação.

Presta atenção, freguesia: Lançado no limiar entre gerações de consoles, Control tem uma grande variedade de configurações visuais dependendo da máquina que vai rodar o jogo. Nos Xbox Series, o destaque é a escolha entre o modo com ação a 60 quadros por segundo ou o modo com ray tracing, uma tecnologia que deixa iluminação e sombras ainda mais realistas.

Disco Elysium: The Final Cut

Imagem promocional de Disco Elysium

A história de Disco Elysium mistura crime, loucura e geopolítica

Divulgação/ZA/UM

Você é um detetive que precisa desvendar o mistério por trás de um assassinato, ao lado de um colega com o qual nunca trabalhou, numa vizinhança barra-pesada da capital de um país mergulhado em revoltas ocasionadas pela transição da monarquia ao comunismo, e depois a um regime autoritário tutelado por uma coalizão de nações capitalistas. E você precisa fazer isso tudo sem ter nenhuma memória de si mesmo ou do próprio passado.

Trabalhando com essa premissa maluca, Disco Elysium tem um dos melhores roteiros já escritos na história do videogame, condensando os embates ideológicos e políticos dos séculos 19 e 20 nas entrelinhas de um crime realizado em um beco de uma cidade decadente. Mesmo com orçamento reduzido em relação a blockbusters dos games, Disco Elysium consegue, apenas no texto, nos transportar para um cenário rico em detalhes, o palco de uma história intrigante e repleta de humor ácido, na qual você precisa lidar não apenas com um grande mistério, mas também as múltiplas vozes na sua cabeça que brigam por controle e alteram os aspectos da sua personalidade.

Inspirado em RPGs de mesa, Disco Elysium se desenrola quase completamente em diálogos e linhas de texto. Portanto, é um jogo para quem topa encarar longas sessões de leitura. Mas vale o esforço, até mesmo se esse não for o seu tipo de jogo. – Bruno Silva

Leva que tá doce: O sistema de “progressão” do personagem principal de Disco Elysium é um show à parte: cada atributo da ficha, como inteligência e força física, tem consciência própria e faz parte da conversa, brigando com o protagonista e às vezes entre si mesmos, criando situações caóticas e inesperadas.

Dois pelo preço de um: Se você jogou games de aventura em texto popularizados pela saudosa Brasoft nos anos 1990, como Full Throttle e Grim Fandango, Disco Elysium é o jogo para você. O jogo também traz um ângulo narrativo similar ao de filmes que lidam com a derrocada do comunismo, como Adeus, Lênin.

Presta atenção, freguesia: Disco Elysium só ganhou versão em português um ano depois de lançado, mas valeu a pena. O trabalho de tradução do game ficou primoroso e está à altura do texto original.

Psychonauts 2

Cena de Psychonauts 2

Psychonauts 2 é focado em exploração e resolução de enigmas

Divulgação/Xbox

Psychonauts 2 pode até parecer apenas mais um jogo de plataforma 3D, mas oferece uma experiência que vai muito além. Com um visual único, o título é repleto de personagens multidimensionais, cada qual com suas qualidades e defeitos em evidência, e a história continua de onde o primeiro Psychonauts parou, mostrando o protagonista Raz em treinamento para se tornar um membro oficial da agência de espiões com poderes psíquicos, os Psychonauts.

A narrativa evolui muito a partir desta premissa, enquanto os desafios são focados na exploração e resolução de enigmas muito bem elaborados. Em meio a esses problemas, Raz e seus companheiros exploram a mente de outros personagens para solucionar mistérios e, eventualmente, salvar o mundo.

Vale apontar ainda como a mensagem de Psychonauts 2 é bem executada, focando não apenas no lado humano (e, portanto, falho) dos personagens, mas também em questões de saúde mental. Tudo embalado por uma divertida, inteligente e complexa viagem à mente dos indivíduos deste novo capítulo dirigido e roteirizado pelo celebrado Tim Schafer, que por sinal, comandou o desenvolvimento sem recorrer a terrível prática do crunch, na qual a equipe passa meses a fio fazendo horas extras para entregar o jogo no prazo. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Psychonauts 2 traz uma abordagem criativa e inteligente da saúde mental e da psiquê humana e suas complexas camadas.

Dois pelo preço de um: Jogue Psychonauts 2 se gostou das armadilhas mentais de Omori; dos combates psíquicos de Control; das filosofias abordadas em NieR Automata ou da jogabilidade criativa de Gravity Rush 2.

Presta atenção, freguesia: O funicular que pode ser consertado em uma das áreas do game foi modelado com base em um local real: o funicular de Funicular de Archanda (Bilbao), na Espanha.

Marvel’s Guardians of the Galaxy

Imagem de Marvel's Guardians of the Galaxy

Marvel's Guardians of the Galaxy adapta bem as histórias do grupo da Marvel para os games

Da mesma forma que Guardiões da Galáxia reinventou os filmes de grupos de super-heróis nos cinemas, nos videogames pode-se dizer que a história foi parecida. Depois do desastroso Marvel’s Avengers, a Square Enix conseguiu se redimir com Marvel’s Guardians of the Galaxy, uma aventura colorida, divertida, despretensiosa e (pouco) ousada.

Mas não se engane: o jogo não possui relação com o Universo Cinematográfico da Marvel. Apesar de repetir a formação do grupo que dá nome ao jogo, Rocket, Drax, Gamora, Groot e o Senhor das Estrelas são diferentes aqui, incluindo em visual, personalidade e origem. Ainda assim, a jornada é tão cheia de momentos emocionantes e reviravoltas interessantes quanto nos filmes, desenrolando-se a partir da captura de uma criatura rara nos confins da galáxia para uma missão que pode mudar o curso da história.

Prepare-se para engajar em diálogos contínuos, intrigas familiares, muita exploração e combates enquanto canta junto alguns dos melhores clássicos dos anos 1980, graças à excelente trilha sonora (tanto licenciada quanto original) de Marvel’s Guardians of the Galaxy. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Família, relacionamentos e amizade são alguns dos temas mais trabalhados no game.

Dois pelo preço de um: Obviamente, qualquer fã da Marvel estará em casa neste jogo, mas também recomendamos Marvel’s Guardians of the Galaxy para quem engajou no relacionamento entre os protagonistas de Final Fantasy XV e/ou gostou de explorar a galáxia e das escolhas e consequências de Mass Effect.

Presta atenção, freguesia: Algumas escolhas têm consequências durante a jornada, e isso pode azedar a relação do Senhor das Estrelas com alguns dos companheiros.

The Artful Escape

Cena de The Artful Escape

The Artful Escape traz jornada lisérgica de autodescoberta

Divulgação/Annapurna Interactive

Uma jornada cósmica de plataforma recheada de música interativa e visuais impressionantes. The Artful Escape oferece uma aventura deslumbrante onde o jogador acompanha o jovem Francis Vendetti que vive em conflito por viver à sombra de seu tio, Johnson, uma lenda da música folk.

A necessidade de Francis em descobrir o próprio caminho o leva a uma jornada em que segmentos de plataforma são sincronizados aos solos de guitarra e ao que acontece no cenário, com momentos de pura lisergia que poucos jogos baseados em ritmo ousam seguir.

É um jogo curto, com cerca de quatro horas de duração, em que acompanhamos o crescimento de um jovem que precisa lidar com os fantasmas do passado para encontrar sua essência. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: The Artful Escape trabalha bem temas como autodescobrimento e autoconfiança.

Dois pelo preço de um: Feito para quem gostou dos visuais estonteantes e a jogabilidade psicodélica de Solar Ash; ou a musicalidade e delicadeza de títulos como Life is Strange: True Colors e Transistor.

Presta atenção, freguesia: A idealização do game foi feita por Johnny “Galvatron”, um dos membros fundadores e guitarrista da banda The Galvatrons.

Yakuza: Like a Dragon

Cena de Yakuza: Like a Dragon

Yakuza: Like a Dragon traz história com suspense e traição

Divulgação/SEGA

A franquia Yakuza se tornou bastante conhecida nos últimos anos, sendo exaltada pelos mini games dos mais variados tipos, pelas excêntricas missões paralelas e pelo sistema de batalha evoluído do clássico beat ‘em up, além de um enredo emocionante repleto de reviravoltas e camaradagem.

Em Yakuza: Like a Dragon, todos estes elementos retornam junto de algumas novidades, como, por exemplo, um sistema de batalha em tempo real por turnos – inspirado em RPGs clássicos – em vez da pancadaria livre dos títulos anteriores. Aqui, temos também um novo protagonista: quem assume o papel de personagem principal em Yakuza: Like a Dragon é Ichiban Kasuga, que após cumprir uma pena de 18 anos, resolve desvendar os motivos que levaram seu antigo chefe a traí-lo.

Yakuza: Like a Dragon traz o frescor que a franquia precisava após seis títulos numerados e alguns jogos derivados e é perfeito para quem quer conhecer esse surpreendente, divertido e emocionante submundo do crime japonês. O melhor? Tudo com legendas em português brasileiro para você não perder nenhum detalhe. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Assim como em outros jogos da franquia Yakuza, Like a Dragon também apresenta situações e principalmente locais fictícios fortemente inspirados na realidade japonesa; além de trabalhar temáticas como a justiça e a hipocrisia da sociedade.

Dois pelo preço de um: Gostou de emendar combos e descer a porrada em criminosos nos cenários suburbanos de Streets of Rage 4? Se divertiu com o sistema de batalha por turno de Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age – Definitive Edition? Ou ainda, se emocionou com a história e os personagens de Final Fantasy XII: The Zodiac Age? Então dê uma chance a Yakuza: Like a Dragon.

Presta atenção, freguesia: Você não precisa saber absolutamente nada dos jogos da franquia Yakuza que foram lançados anteriormente para aproveitar Like a Dragon.

Scarlet Nexus

Cena de Scarlet Nexus

Scarlet Nexus traz visual de anime e arte estilosa

Divulgação/Bandai Namco

Misture em uma panela um combate frenético e variado, uma mitologia rica que serve de base para uma história complexa e repleta de temas importantes, e um visual em anime com um design estiloso, criativo e futurista. O resultado é Scarlet Nexus.

O game oferece duas narrativas distintas (mas complementares) e gameplay diferente para cada personagem jogável. Nos combates, Scarlet Nexus combina diferentes mecânicas, trazendo combos de ataques com um sistema de poderes telecinéticos que permitem arremessar diversos objetos sobre os inimigos e combinação de técnicas com personagens de suporte.

O elenco é vasto e é possível se relacionar com os personagens secundários e ser recompensado com isso – propício para quem adora gerenciar relacionamentos -; e a trilha sonora traz tensão e emoção nos momentos certos, mas também consegue manter um ritmo animado. Bastante dinâmico, diversificado e acessível, Scarlet Nexus é uma das surpresas mais agradáveis dos últimos tempos. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Aborda discriminação, elitismo, capacitismo, dentre outros.

Dois pelo preço de um: Se curtiu a jogabilidade variada e prazerosa de Devil May Cry V; as mecânicas de combate e os poderes paranormais de Control; ou as mecânicas e os temas trabalhados em Ni no Kuni II: Revenant Kingdom; dê uma chance para Scarlet Nexus.

Presta atenção, freguesia: Os veteranos da franquia Tales Of possivelmente se sentirão em casa, já que o diretor e o produtor de Scarlet Nexus trabalharam na série de JRPG em questão.

The Gunk

Cena de The Gunk

The Gunk é aventura curta para jogar em um fim de semana

Divulgação/Thunderful Publishing

Duas coletoras de sucata espacial se veem em um planeta em busca de recursos para sobreviver. O que elas descobrem, no entanto, é uma gosma escura que parece impedir a existência plena da fauna e flora local. Com essa premissa, The Gunk convida o jogador a explorar um mundo desconhecido.

Este é sem dúvida o ponto forte deste jogo do estúdio independente Image & Form, que traz algumas das ideias gerais de seu principal título, SteamWorld Dig, para um ambiente tridimensional. The Gunk apresenta diversos quebra-cabeças em que você precisará limpar a gosma do planeta, que fica em locais por vezes inusitados. Após a limpeza, os cenários se transformam em ambientes exuberantes, cuja história também pode ser descoberta pelo jogador.

Enquanto você faz o trabalho de limpeza, a história vai se desenrolando por meio dos diálogos entre a protagonista Rani e sua companheira, Beck, que supervisiona tudo em sua nave, em uma trama que critica o comportamento destrutivo do ser humano em relação ao meio ambiente. – Bruno Silva

Leva que tá doce: The Gunk é uma aventura relativamente curta, com 6 a 8 horas. É a duração perfeita para curtir um jogo completo durante o fim de semana.

Dois pelo preço de um: Jogue The Gunk se você curte outros títulos de terceira pessoa com dois personagens que conversam o tempo todo, no naipe de The Last of Us.

Presta atenção, freguesia: The Gunk até conta com alguns segmentos de combate, mas não é o forte do jogo, que privilegia muito mais a exploração. Entretanto, o mundo, a história e o fato de o jogo estar no catálogo do Game Pass compensam essa deficiência mesmo se você não abrir mão de boas mecânicas de combate em um jogo de ação.

Life is Strange: True Colors

Cena de Life is Strange: True Colors

Life is Strange: True Colors trabalha com emoções como elemento de jogo

Divulgação/Square Enix

Em tempos nos quais se discute muito sobre empatia, Life is Strange: True Colors brilha, oferecendo uma experiência interativa única que coloca o jogador para fazer escolhas com base na emoção. Seria poético se não fosse tão trágico.

Isso porque controlamos Alex Chen, uma jovem adulta que tem a habilidade de se colocar no lugar dos outros, sentindo não apenas suas emoções, mas também enxergando o mundo através de seus respectivos pontos de vista. Tudo com o objetivo de solucionar o mistério por trás de uma morte. Mas claro, assim como nos demais Life is Strange, em True Colors também existem consequências, e elas não residem apenas nas escolhas que o jogador precisa fazer: as emoções que Alex decide tomar para si geram efeitos nela mesma, e isso pode ser muito bom ou muito ruim.

Tocante, surpreendente e humano, Life is Strange: True Colors é uma montanha-russa de emoções e reflexões. E para além de uma experiência ímpar, o jogo ainda conta com uma excelente trilha sonora (outra marca registrada da série). – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: Não bastasse ser nipo-estadunidense, Alex brilha ao representar também a comunidade LGBTQIAP+.

Dois pelo preço de um: Recomendado para quem gostou de como a saúde mental é abordada em Psychonauts 2 ou para quem gostou de solucionar o desaparecimento de um garotinho em Heavy Rain.

Presta atenção, freguesia: Fãs de longa data da série ficarão felizes com o retorno de Steph, que apareceu pela primeira vez em Life Is Strange: Before the Storm.

Devil May Cry 5 Special Edition

Cena de Devil May Cry 5: Special Edition

Devil May Cry 5 Special Edition traz conteúdo e personagem extra ao jogo

Divulgação/Capcom

Se você procura um jogo de ação que o faça se sentir um herói superpoderoso, poucos entregam o prometido como Devil May Cry 5.
Construindo em cima de seus antecessores, em uma série que se iniciou nos anos 2000, o jogo te coloca no controle de três caçadores de demônios – Nero, V e Dante – que enfrentam mais uma ameaça das criaturas do submundo contra a Terra. Cada um tem um estilo de luta diferente, mas todos têm um ponto em comum: são muito estilosos. A versão de consoles de nova geração conta com conteúdo extra, incluindo Vergil, um dos personagens mais queridos pelos fãs.

A experiência de décadas da Capcom com jogos de luta e ação resulta em um jogo com um combate versátil e cheio de possibilidades para quem quer se aprofundar, mas que sempre vai manter essa ilusão de poder, independentemente do seu nível de familiaridade com videogames. Tudo isso é embalado por um visual que contrasta arquitetura gótica e o visual foto realista dos personagens humanos com monstros divididas entre o infernal e o angelical, como fossem filhos de uma relação entre os anjos de pinturas renascentistas e as criaturas dos contos de H.P. Lovecraft.

Todas essas referências se misturam em uma farofa que, acima de tudo, não tem medo de ser ridícula quando precisa, a ponto de um dos protagonistas prestar homenagem a Michael Jackson. Em Devil May Cry 5, a chave para fazer você se sentir capaz de derrotar qualquer inimigo é não se levar a sério. – Bruno Silva

Leva que tá doce: O sistema de combate de Devil May Cry 5 é profundo sem intimidar. Aniquilar demônios no controle de qualquer um dos protagonistas é satisfatório mesmo sem ter familiaridade com jogos de ação, e ainda mais divertido quando você sabe o que está fazendo.

Dois pelo preço de um: Você deve jogar Devil May Cry 5 se gostar de outros jogos de ação como God of War, mas a profundidade do combate também é uma boa pedida para fãs de jogos de luta como Street Fighter e Mortal Kombat.

Presta atenção, freguesia: A trilha sonora do game é um espetáculo à parte. A música-tema de cada personagem toca durante as cenas de luta e progride à medida que você aumenta um placar de estilo.

Hitman 3

Cena de Hitman 3

Hitman 3 é versão definitiva dos jogos do Agente 47

Divulgação/IO Interactive

Já adaptada duas vezes para o cinema, a série de jogos Hitman acabou ganhando um espaço razoável no terreno da cultura pop, especialmente pelo visual marcante de seu protagonista, o Agente 47, uma versão psicopata de James Bond cujo código de barras na cabeça é reconhecível até mesmo se você nunca tiver tocado em um de seus jogos.

É curioso que, em Hitman 3, o último título de uma trilogia que fez um reboot na série de games no começo da geração de PlayStation 4 e Xbox One, o Agente 47 em si seja um mero coadjuvante, abrindo espaço para um sistema de jogo extremamente maleável que permite a criação quase infinita de desafios aos jogadores.

Hitman 3 pode ser considerado a versão definitiva do jogo de ação furtiva, no qual você avança passando despercebido pelos oponentes até cumprir seu objetivo. Mas, em vez de se limitar a rotas pré-estabelecidas, o game é como uma coletânea de quebra-cabeças que pode ser montada de várias maneiras, em cenários deslumbrantes ao redor do mundo que vão abrindo inúmeras oportunidades diferentes de jogar, seja em um arranha-céu em Dubai, seja ao redor de uma elegante vinícola na Argentina.

Enquanto os jogos anteriores da série colocavam o matador de aluguel para eliminar alvos pré-determinados pela história, Hitman 3 permite que você crie suas próprias missões, transformando qualquer figura dentro do mapa em um alvo. Você também pode jogar as criações alheias, o que permite a você jogar quantas vezes quiser, sem repetir os desafios. É claro que Hitman 3 também tem um conjunto de fases produzidas internamente pela desenvolvedora Io-Interactive, encerrando o arco de história iniciado em 2016 que mostra os primeiros anos de carreira do Agente 47. – Bruno Silva

Leva que tá doce: Hitman 3 tem um sistema que permite jogar as fases dos dois games anteriores caso você os adquira. Como os títulos que o antecedem frequentemente estão em promoção, é uma boa pedida para acumular a trilogia inteira em um mesmo aplicativo.

Dois pelo preço de um: Jogue Hitman se você curte qualquer game de ação furtiva, como Metal Gear Solid ou Splinter Cell, ou se você curte esse estilo de jogo em games de ação ou tiro mais amplos como Call of Duty.

Presta atenção, freguesia: Você não pode perder a fase de Dartmoor em Hitman 3, que reproduz em formato interativo as intrigas do filme Entre Facas e Segredos (Knives Out), na qual você precisa desvendar um assassinato. É uma das fases de jogo de ação furtiva mais criativas já feitas.

Microsoft Flight Simulator

Flight Simulator permite que você voe ao redor do mundo com vários tipos de aviões

Divulgação/Xbox

Microsoft Flight Simulator é o ápice da experiência de simulação de voo. O game —ou simulador, se preferir chamar assim— oferece ainda a possibilidade de sobrevoar por todo o planeta Terra, cujos locais foram recriados graças à junção de texturas fotorrealistas, inteligência artificial e dados topográficos do Bing Maps.

Você pode pilotar uma grande variedade de aeronaves, desde aviões leves a jatos comerciais, e sobrevoar mais de 37 mil aeroportos, 2 milhões de cidades, 1,5 bilhão de prédios, montanhas, ruas, árvores, rios, animais, tráfego, dentre outros.

Vale apontar que destas 2 milhões de cidades, pelo menos 341 destas foram modeladas por meio de fotogrametria, uma técnica de mapeamento 3D com alta fidelidade a partir de fotografias. Por conta do alto nível de detalhamento gráfico de Microsoft Flight Simulator, inclusive, é bastante comum confundir paisagens do simulador com imagens reais. – Jessica Pinheiro

Leva que tá doce: É possível sobrevoar algumas cidades brasileiras no game, incluindo Paraty (RJ), Águas Lindas de Goiás (GO), Ouro Preto (MG), Brasília (DF), dentre outras áreas.

Dois pelo preço de um: Ideal para amantes de simuladores ou jogos com elementos de simulação em geral, incluindo Forza Horizon 5, ou para quem gostou das missões aéreas e da sensação de pilotar caças em Ace Combat 7: Skies Unknown.

Presta atenção, freguesia: Se você possui uma assinatura do Xbox Game Pass, basta encontrar Microsoft Flight Simulator no catálogo e realizar o download, pois o jogo está incluso no serviço por assinatura.

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QUEM FEZ
Bruno Silva

Bruno Silva

Editor de games e animes na Tangerina, Bruno Silva é brasiliense e fã de basquete. Jornalista, apresentador e streamer, foi co-criador do The Enemy e já publicou no Omelete, Nerdbunker, Metrópoles e Correio Braziliense.

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