Um dia após notícia enganosa, ator Tony Dow morre - Tangerina

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Tony Dow

Reprodução/Facebook

LUTO

Um dia após notícia enganosa, ator Tony Dow morre de verdade

Ator de Leave It to Beaver, Tony Dow morreu após complicações de um câncer no fígado; erroneamente, sua morte havia sido anunciada na terça

Giulianna Muneratto

O ator e diretor Tony Dow morreu nesta quarta-feira (27), aos 77 anos. O anúncio foi feito um dia após a divulgação incorreta de que o ator havia morrido. Tony ficou conhecido por viver o personagem Wally Cleaver na clássica sitcom Leave It to Beaver (1957-1963). 

Um comunicado oficializando a morte foi publicado na página do ator no Facebook. “Recebemos a confirmação de Christopher, filho de Tony, de que ele morreu esta manhã, com sua família amorosa ao seu lado para vê-lo nessa jornada. Sabemos que o mundo está coletivamente triste com a perda desse homem incrível”, informou a publicação. 

Tony Dow nasceu em Los Angeles, na Califórnia, e era filho de uma dublê. Sem experiência alguma em atuação, entrou para o elenco de Leave It to Beaver e fez muito sucesso. A popular comédia em preto e branco acompanhava a trama de uma família idealizada para a época. 

Posteriormente, Dow participou de programas como General Hospital, Mr. Novak (1963-1965), Never Too Young (1965-1966), Love, American Style (1969-1974), O Barco do Amor (1977-1987) e Square Pegs (1982-1983). 

De 1983 a 1989, reprisou seu papel como Wally Cleaver em um remake de Leave It to Beaver – a série The New Leave It to Beaver, e chegou até a escrever um episódio para o show. 

Tony Dow estreou como diretor em The New Lassie (1989-1992), e dirigiu episódios de Star Trek: Deep Space Nine (1993-1999) e Babylon 5 (1994-1998), série na qual supervisionou também os efeitos especiais, assim como no filme Doctor Who (1996). 

O ator e diretor já estava sob cuidados paliativos após a descoberta de um câncer de fígado. No comunicado da morte, seu filho Christopher escreveu: “Embora este seja um dia muito triste, tenho conforto e paz por ele estar em um lugar melhor. Ele era o melhor pai que alguém poderia pedir. Ele foi meu treinador, meu mentor, minha voz da razão, meu melhor amigo, meu padrinho no meu casamento e meu herói. Minha mulher disse algo poderoso e que mostra o tipo de homem que ele era. Ela disse: ‘Tony era um homem tão gentil. Ele tinha um coração tão grande, e eu nunca ouvi Tony dizer uma coisa ruim ou negativa sobre ninguém’”.

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QUEM FEZ

Giulianna Muneratto

Jornalista pela Faculdade Cásper Líbero. Adora um filme clichê, música pop e sonhava em ser cantora de cruzeiro, mas não tem talento pra isso.

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