Foto: Reprodução/Instagram
Jungkook, da banda de K-pop, foi perseguido e teve até a residência invadida pela fã
Na última terça-feira (3), uma brasileira na casa dos 30 anos virou ré na Justiça da Coreia do Sul pelo crime de perseguição. A mulher, que já estava presa desde o dia 4 de janeiro, foi acusada de perseguir e até invadir uma propriedade de Jungkook, da banda de K-pop BTS. No Brasil, o ato de perseguição é considerado um crime de stalking.
Identificada apenas como “A”, a brasileira foi denunciada pela Divisão de Investigação de Crimes contra Mulheres e Crianças em 27 de fevereiro, acusada de invasão de propriedade e de violar a Lei Anti Perseguição sul-coreana. As informações são do jornal The Herald Business, da Coreia do Sul.
Enquadrada nas leis da Coreia do Sul, a brasileira já estava sendo investigada pelas autoridades do país desde 7 de dezembro de 2025. Desta data até o momento da prisão, em 4 de janeiro, ela chegou a ir até a casa de Jungkook 23 vezes, tocando a campainha repetidamente, além de permanecer nas proximidades da propriedade e deixar cartas e outras correspondências.
Antes da detenção, a polícia local chegou a aplicar uma medida de emergência ao concluir o risco de continuidade da perseguição, proibindo a mulher de se aproximar menos de 100 metros da residência ou tentar qualquer tipo de contato. Ela descumpriu as ordens judiciais, previstas na Lei Anti Perseguição do país.
Após a prisão, a família da brasileira contou ao G1 que ela foi para a Coreia do Sul sem avisar ninguém e que ela sofre de um transtorno mental, faz tratamento, mas não levou a medicação para a viagem. A mulher, que alegava que o astro de K-pop seria o “amor de sua vida”, já havia sido detida antes.
Paola Zanon
Jornalista formada pela Cásper Líbero, repórter e redatora com passagens pelo Notícias da TV, R7, UOL Esporte, Lakers Brasil e UmDois Esportes. Apaixonada por cobertura esportiva e cultura pop em geral. E-mail: paola@tangerina.news
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