MÚSICA

Público curte show no Lollapalooza

Divulgação/I Hate Flash/TF4

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Máquina do tempo: 10 shows inesquecíveis para 10 anos de Lollapalooza

Qual foi o seu show preferido do Lollapalooza? A Tangerina reuniu os momentos mais marcantes desses dez anos de festival!

Nicolle Cabral
Nicolle Cabral

O Lollapalooza 2022 está entre nós. Após dois anos de espera, o grande primeiro festival do Brasil acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, entre os dias 25 e 27 de março. Com quatro palcos e mais de 70 atrações durante esses três dias, o festival também tem um tempero a mais nesta edição: ele completa 10 anos desde a chegada ao Brasil.

Por isso, a fim de te preparar para essa maratona intensa de shows, a Tangerina refresca a sua memória com as apresentações mais marcantes e que mexeram com o coração dos fãs do festival ao longo dessa década. Será que o seu show favorito entrou na lista? Veja abaixo!

Arctic Monkeys (2012)

Na primeira edição do Lollapalooza Brasil, o Arctic Monkeys foi o headliner do segundo e último dia de festival. Naquela época, o grupo agradou o público com uma seleção musical de 20 faixas: desde os grandes hits até o disco mais recente daquela época, Suck It and See. Deu pra ouvir de longe o coro de I Bet You Look Good on the Dancefloor (Whatever People Say I Am…, de 2006) e Fluorescent Adolescent (Favourite Worst Nightmare, de 2007). Ali, a última vez que a banda favoritinha da década tinha vindo ao Brasil fora em 2007, então, o show foi contemplado por muita emoção dos fãs e o gostinho de primeira vez de um festival estrangeiro pisar no país.

Pearl Jam (2013)

Na época, a banda prendeu a atenção de 60 mil pessoas na frente do palco por mais de duas horas. No repertório, os grandes sucessos: Jeremy, Daughter, Even Flow e Black. Durante o show, Eddie Vedder enfatizou a memória de Johnny Ramone ao começar a tocar I Believe in Miracles. O público o acompanhou no coro e Vedder elogiou os brasileiros como uma das melhores plateias do mundo.

Arcade Fire (2014)

Os anos se passam e a magia em torno do “show do Arcade Fire no Lolla” segue intacta. O espetáculo foi repleto de referências ao público brasileiro: de Tom Jobim (O Morro Não Tem Vez) a Caetano Veloso (Nine Out of Ten). As canções da apresentação foram baseadas no disco Reflektor de 2013, além de passear bem pelos hits dos três álbuns anteriores. Na época, o grupo disputou horário com o New Order, mas, ainda assim, lotou a plateia.

Cage the Elephant (2014)

Esta já se tornou figurinha carimbada do festival. Mas, naquele ano, quem não conhecia Cage the Elephant e esbarrou no show dos norte-americanos, com certeza, se divertiu à beça. O vocalista Matthew Schultz sabe muito bem como agitar o público pela imprevisibilidade e energia contagiante. O que funcionou sempre como propaganda para a banda se tornar uma das atrações mais esperadas do Lolla. Teve pulo no meio da galera e ele escalando as estruturas de som. Quem viveu, sabe.

Pharrel Williams (2015)

Cheio de dançarinas no palco, o músico e cobiçado produtor Pharrel Willams entregou um show altamente pop. O repertório —muito além do smash hit Happy— contou com Drop It Like It’s Hot, Hollaback Girl, Get Lucky e Lose Yourself to Dance. Foi a primeira vez do artista em solos brasileiros e ele deixou o público emocionado com o medley de hits de diferentes épocas e estilos.

Jack Ü (2016)

No meio da década de 2010, o duo formado por Skrillex e Diplo era o nome do momento. Em um show lotado, com várias projeções alucinantes no palco, a dupla cantou Baile de Favela, de MC João, Nam Nam Não (Veja Só No que Deu), de Wesley Safadão, e dividiu o palco com o MC Bin Laden, que cantou Tá tranquilo, Tá Favorável. Ligadíssimos no Brasil, eles fizeram de tudo para deixar o público envolvido com o show.

Além dos hits nacionais, eles também tocaram Take Ü There, To Ü, Habits, da Tove Lo, Work, da Rihanna, Hello, da Adele e Lean On, do Major Lazer. Ah! 2016…

Florence and The Machine (2016)

Embora a reclamação de som baixo, esse show ficou marcado com carinho na memória dos fãs. Dog Days are Over —hit antigo, porém emblemático na carreira da artista— fechou o último dia de Lollapalooza, que reuniu 75 mil pessoas na chuva. A performance angelical de Florence foi embalada pela trilha de hits No Light, No Light, Spectrum, What Kind of Man e Ship to Wreck.

Lana Del Rey (2018)

Nesse show, Lana Del Rey quis tudo, menos “estar morta”. Longe do meme que acompanha a carreira da artista, no show, ela deu selinho em um fã ao descer do palco, fumou um cigarro enquanto cantava Get Free e zoou o Radiohead. Na época, ela havia sido acusada pela banda de ter plagiado a canção. No repertório do show, a artista navegou entre Born to Die, Blue Jeans e National Anthem. Quem gritou por Serial Killer, foi atendido pela cantora. A música estava fora da setlist, mas ela cantou mesmo assim.

Twenty One Pilots (2019)

Depois de terem se apresentado no meio da programação do Lolla 2016, a dupla teve um retorno triunfal no festival em 2019. Entre estripulias sonoras e muita agitação no palco (com direito a um carro pegando fogo), Tyler Joseph e Josh Dun fizeram um grande show —dignos de headliner. Do pop rock ao reggae, o duo dispensou qualquer coerência —o que foi positivo— sonora no show. Segundo os leitores do G1, esse foi o melhor show do Lollapalooza 2019.

Post Malone (2019)

Post Malone e funk 150bpm? Aconteceu! A frente de 92 mil pessoas que compareçam à última edição do festival antes da pandemia, o rapper convocou Kevin O Chris para cantar os hits Vamos pra Gaiola e Ela É do Tipo. O público fez a terra do Autódromo tremer. Entre os funks da sensação, o artista cantou os sucessos Better Now, Psycho e Rockstar, do disco Beerbongs & Bentleys. O show foi tão bom que Post foi convocado para ser headliner do Rock in Rio 2022.

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Antes de ser repórter da Tangerina, Nicolle Cabral passou por Rolling Stone, Revista Noize e Monkeybuzz. Nas horas vagas, banca a masterchef para os amigos, testa maquiagens e cantarola hits do TikTok.

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