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Tatiana Maslany como a She-Hulk

Reprodução/Marvel

VERDES DE RAIVA

She-Hulk: Fãs reclamam de efeitos especiais após primeiro trailer

O primeiro trailer de She-Hulk foi lançado, e os fãs não ficaram nada contentes com o visual da super-heroína. Os efeitos especiais foram considerados pobres

Luciano Guaraldo

Com estreia marcada para 17 de agosto no Disney+, a série She-Hulk ganhou seu primeiro trailer nesta terça-feira (17). Mas, se a ideia era animar os fãs, o tiro saiu pela culatra: o visual da prima do Hulk foi bastante criticado nas redes sociais, com internautas reclamando que os efeitos especiais não estão no nível que se espera de uma produção do Universo Cinematográfico da Marvel.

Alguns compararam o visual verde da personagem interpretada por Tatiana Maslany com a princesa Fiona, da animação Shrek (lançada em 2001). Outros ressaltaram que é inconcebível uma série com orçamento estimado em US$ 10 milhões (R$ 49,4 milhões) por episódio apresentar um resultado tão pífio para o público. Os mais abusados lembraram da trilogia de novelas Os Mutantes (2008-2009), da Record.

Os mais céticos apostaram que os efeitos ruins são intencionais. Assim, quando She-Hulk entrar no catálogo do Disney+ em agosto, o CGI melhorado vai impressionar e calar os críticos. E teve até quem comparasse a nova série com outro trabalho de Tatiana, a premiada Orphan Black (2013-2017), que tinha um visual melhor apesar de ter sido produzida quase uma década antes.

She-Hulk conta a história de Jennifer Walters (Tatiana Maslany), prima de Bruce Banner (Mark Ruffalo) que, após receber uma transfusão de sangue do parente, acaba herdando também as habilidades especiais dele –e sua cor verde característica.

Jennifer trabalha como advogada em casos judiciais envolvendo super-heróis. Mas com as novas habilidades, a personagem vai atuar no outro lado da justiça. Fora dos tribunais, a prima de Banner vai enfrentar os vilões com as próprias mãos.

Tatiana Maslany em She-Hulk

She-Hulk

Confira o primeiro trailer da série She-Hulk, do Disney+

“O CGI ser uma bagunça deveria representar como a transformação de Jennifer é uma bagunça no começo e, conforme a série avança e ela consegue ser a She-Hulk com mais facilidade, o CGI também vai melhorar gradualmente”

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Luciano Guaraldo

Editor-chefe da Tangerina. Antes, foi editor do Notícias da TV, onde atuou durante cinco anos. Também passou por Diário de São Paulo e Rede BOM DIA de jornais.

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