MÚSICA

Beyoncé em trecho de Black is King

Divulgação/Netflix

Lista

25 séries e filmes sobre música para assistir no streaming

Comédias, romances e documentários: um guia com atrações imperdíveis que abordam o universo da música nas diferentes plataformas de streaming

Renan Guerra

Renan Guerra

Nos anos 1990, havia um verbo que era o futuro: zapear, isto é, o ato de trocar de canal com velocidade através do controle remoto. Hoje em dia, esse verbo se tornou obsoleto. Precisamos inventar um novo termo para o tempo que passamos pulando de streaming em streaming, buscando algo para dar play.

Para ajudar você nessa tarefa, fizemos uma lista com 25 filmes e séries sobre o universo da música nas diferentes plataformas de streaming. São comédias, romances, dramas e documentários disponíveis em plataformas como Globoplay, HBO Max, Disney+ e Prime Video.

O Canto Livre de Nara Leão (2022)

De Renato Terra

Capa da Nara Leão no documentário original da Globoplay

A artista abriu caminhos para as mulheres na música brasileira

Divulgação/Globoplay

Nara Leão foi muitas vezes lida como a “musa da Bossa Nova”. O Canto Livre de Nara Leão, porém, faz questão de reconstruir a história de uma mulher forte e à frente de seu tempo. Nara Leão gravou compositores novos, impulsionou carreiras, lutou pelo que acreditava e não teve medo de enfrentar preconceitos. Em cinco episódios, a série de Renato Terra consegue apresentar um panorama interessante e rico da cantora.

Disponível no Globoplay.

Woodstock 99: Peace, Love and Rage (2021)

De Garret Price

Trecho do Woodstock 99 Peace, Love and Rage, de 2021

Caos, revolta e confusão resumem os quatro dias de festival

Reprodução/YouTube

O documentário faz parte de uma série de docs musicais chamada Music Box. O filme mostra detalhadamente os três dias da edição de 1999 do Woodstock. Ou seja, tudo o que deu errado no evento, desde os problemas estruturais até a onda de violência que invadiu o festival, com incêndios, abusos sexuais e casos de assassinato.

Barra pesada, o filme é um retrato extremamente interessante de um cenário conturbado da música na virada do século. Importante avisar que o filme pode causar gatilhos relacionados a abuso sexual e violência contra a mulher.

Disponível no HBO Max.

Pixinguinha, Um Homem Carinhoso (2021)

De Denise Saraceni

Seu Jorge em cena de Pixinguinha, Um Homem Carinhoso

A produção disseca a vida e a obra de Alfredo da Rocha Vianna Junior

Divulgação/Tele Cine

Pixinguinha foi maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador. Ele criou as bases do que conhecemos como MPB. Nesta cinebiografia, Denise Saraceni conta a história do artista passando por momentos cruciais de sua carreira. Para isso, ela conta com um elenco de peso, encabeçado por Seu Jorge e Taís Araújo.

Disponível no Telecine Play.

The Beatles: Get Back (2021)

De Peter Jackson

Os integrantes dos Beatles em cena de Get Back

Os últimos dias dos Beatles estão no registro dirigido por Peter Jackson

Reprodução/Disney+

The Beatles: Get Back é uma experiência imersiva de quase 8 horas no processo criativo da banda britânica que modificou o pop mundial. Peter Jackson teve acesso a 60 horas de filmagens e 150 horas de som, um material registrado para o filme Let It Be, de 1970.

Com um trabalho de restauração minucioso e um preciosismo na edição, o que temos nessa série, dividida em 3 episódios, é um novo olhar sobre o disco final dos Beatles e sobre a forma que a banda se encerra.

Disponível no Disney+.

Narciso em Férias (2020)

De Renato Terra e Ricardo Calil

Caetano Veloso em cena de documentário da Globoplay

Caetano revela detalhes íntimos e momentos que viveu na prisão durante a ditadura militar em 1968

Reprodução/Globoplay

O dispositivo deste documentário é simples: Caetano Veloso sentado em uma cadeira basicamente rememorando de forma íntima e detalhada a sua prisão pela ditadura militar em dezembro de 1968. É interessante que a partir desse microcosmo cria-se um olhar amplo sobre questões como liberdade, arte e censura. O filme é um passeio doloroso por nossa história.

Disponível no Globoplay.

Soul (2020)

De Pete Docter e Kemp Powers

Jamie Foxx narra a voz de Joe Gardner, protagonista de Soul

Jamie Foxx, Tina Fey e Daveed Diggs narram os personagens da animação

Divulgação/Disney +

Joe é um professor de música do ensino médio apaixonado por jazz. Só que sua vida ganha outros contornos quando sofre um acidente que faz com que sua alma seja separada de seu corpo. Com uma premissa aparentemente complexa, a animação da Pixar é um filme apaixonante. Um atração do tipo que diverte, emociona e traz questões existenciais fundamentais para uma sessão de cinema em família.

Disponível no Disney+

O Som do Silêncio (2020)

De Darius Marder

Riz Ahmed em cena de O Som do Silêncio

As atuações intensas marcam a história super emocionante do filme

Reprodução/Amazon Prime Video

Ruben (Riz Ahmed) é baterista de uma banda de heavy metal, mas, aos poucos, começa a perder a audição. A sua surdez é o ponto de partida para uma série de questionamentos para o artista, inclusive quanto ao seu futuro profissional. Com produção de som cuidadosa e atuação forte de Riz Ahmed, O Som do Silêncio é um drama envolvente e complexo.

Disponível no Prime Video.

Aretha Franklin: Amazing Grace (2020)

De Alan Elliott e Sydney Pollack

Aretha Franklin em cena do documentário sobre a própria vida

O disco mais vendido da carreira foi gravado em uma igreja de Los Angeles

Reprodução/Globoplay

Amazing Grace registra o show de mesmo nome realizado por Aretha Franklin em uma igreja batista norte-americana, em 1972. As filmagens foram feitas pelo cineasta Sydney Pollack. Porém, por questões técnicas e legais, o filme de música ficou engavetado durante anos, sendo até considerado perdido nas últimas décadas.

Nos últimos anos, o diretor Alan Elliott pôde se debruçar sobre o material bruto. O filme, então, finalmente foi lançado, com um registro poderoso de um dos momentos mais fascinantes de Aretha.

Disponível no Telecine Play.

Black is King (2020)

De Beyoncé Knowles-Carter

O filme e álbum visual foi todo pensado e dirigido pela cantora Beyoncé

Divulgação/Netflix

Em 2019, o remake de O Rei Leão ganhou uma trilha sonora com curadoria de Beyoncé, The Lion King: The Gift. Na sequência, a artista transformou o disco em álbum visual, expandindo o universo temático de O Rei Leão em conexões com ancestralidade, negritude e laços afetivos. Visualmente deslumbrante, o musical reforça o poder criativo e o perfeccionismo de Beyoncé.

Fevereiros (2019)

De Marcio Debellian

Maria Bethânia em cena de Fevereiros

A produção também acompanha a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia

Reprodução/Globoplay

Em 2016, a Mangueira venceu o Carnaval carioca com um enredo sobre Maria Bethânia. O desfile é o ponto de partida para o filme de Marcio Debellian. Além de registrar os preparativos da escola, o diretor apresenta um retrato íntimo da religiosidade da cantora. Para isso, acompanha a festa de Nossa Senhora da Purificação, em Santa Amaro, cidade natal de Bethânia. De forma delicada, Fevereiros constrói um interessante registro sobre o sincretismo religioso brasileiro, a música, a arte e a devoção.

Disponível no Globoplay.

Billie (2019)

De James Erskine

Billie Holiday canta em trecho do filme

O filme biográfico remonta a história de uma das maiores lendas do jazz norte-americano

Divulgação/TeleCine

Nos anos 1970, a jornalista Linda Lipnack Kuehl fez uma série de entrevistas para um livro nunca finalizado sobre Billie Holiday. Com base nesse material, registrado em fitas cassetes, o diretor James Erskine cria uma obra que dá conta da complexidade de Billie, uma das mais belas vozes da música.

Além de um farto material de arquivo, o longa conta também com um trabalho minucioso de restauração e colorização de imagens, realizado pela brasileira Marina Amaral.

Disponível no Telecine Play.

Marília Mendonça – Todos os Cantos (2019)

Marília Mendonça em poster de divulgação do documentário Todos Os Cantos

O registro audiovisual foi baseado nos shows ao redor do Brasil entre 2018-2019, antes da trágica morte da cantora

Divulgação/Globoplay

Com o projeto Todos os Cantos, Marília Mendonça fez uma série de shows surpresas e gratuitos em várias cidades. Cada show rendeu um novo single ao vivo, lançado no YouTube. A série documental Marília Mendonça – Todos os Cantos, com quatro episódios, acompanha os bastidores do projeto e traz detalhes sobre a produção dos shows. De forma sincera e despojada, é possível se sentir mais próximo de Marília e entender melhor a força que movia a artista.

Disponível no Globoplay.

Simonal (2018)

De Leonardo Domingues

Isis Valverde e Fabricio Boliveira em cena de Simonal, cinebiografia do cantor

O drama biográfico e musical foi dirigido por Leonardo Domingues

Divulgação/Globo Filmes

Wilson Simonal era uma estrela pop nos anos 1960. No entanto, de forma tortuosa, sua carreira se perdeu na década seguinte e ele entrou em um limbo de esquecimento e lendas. O documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, de 2009, fez um importante trabalho de resgate da figura de história controversa. Porém, a história ganha ainda mais charme nesta cinebiografia dirigida por Leonardo Domingues, onde Simonal ganha vida pela atuação certeira de Fabrício Boliveira.

Disponível no Telecine Play.

Clementina (2018)

De Ana Rieper

Clementina em trecho de cinebiografia

Muitos acreditam que a artista é o elo perdido entre a cultura brasileira e as raízes africanas

Reprodução/Itaú Cultural Play

Clementina de Jesus era empregada doméstica e cantava informalmente na noite e em rodas de samba. A voz poderosa só foi valorizada com a devida justiça quando a cantora já tinha 62 anos. Essa é a história que é resgatada no documentário de Ana Rieper.

O filme consegue alinhavar a história de Clementina com toda a sua complexidade racial e social. Além disso, cria um retrato importante da cultura brasileira da segunda metade do século 20.

Disponível no Itaú Cultural Play.

Sing Street – Música e Sonho (2016)

De John Carney

Elenco de Sing Street: Música e Sonho, filme de 2016

Contagiante e divertido, a produção agrega ao currículo do diretor de La La Land

Divulgação/HBO Max

O adolescente Cosmo (Ferdia Walsh-Peelo) se apaixona por Raphina (Lucy Boynton) e convida ela para ser a estrela do videoclipe de sua banda. Só há um problema: Cosmo não tem uma banda! Situado nos anos 1980, Sing Street é uma comédia romântica musical que conversa com todas as nuances do rock da década. Ela gera uma viagem nostálgica e divertidíssima. Daquele tipo de filme que melhora até o dia mais cinza.

Disponível no HBO Max.

Sabotage: Maestro do Canão (2015)

De Ivan 13P

Cena da animação do Sabotage

Retrato envolvente e informativo de um dos músicos mais lendários do Brasil

Reprodução/YouTube

Sabotage é um dos nomes mais fundamentais do rap nacional. Em vida, ele lançou apenas um disco, Rap É Compromisso!, de 2001, porém trabalhou de forma ativa ao lado de inúmeros nomes do hip hop e do cinema nacional. Sabotage: Maestro do Canão cria um retrato complexo e amoroso sobre o artista. O filme, envolvente e informativo, apresenta todas as facetas do rapper de forma bem amarrada.

Disponível no Globoplay.

Amy (2015)

De Asif Kapadia

Mark Ronson, Blake Fielder-Civil e Nick Shyman aparecem na produção

Divulgação/Apple TV

Com um farto material de arquivo, o diretor Asif Kapadia constrói um panorama das diferentes fases da vida de Amy Winehouse. O doc tenta entender os caminhos que levaram à morte precoce da artista. Amy é um documentário pesado, tortuoso, mas bastante interessante. É importante para entendermos melhor a complexa jornada da artista dona de alguns dos maiores hits dos anos 2000, como Back to Black e Rehab.

Disponível na Apple TV+ e no Itaú Cultural Play.

Éden (2014)

De Mia Hansen-Løve

Atores em cena de Eden, filme de 2014

As histórias de quatro melhores amigos se cruzam por meio da paixão pela música eletrônica

Reprodução/IMDB

O jovem francês Paul Vallée (Félix de Givry) se interessa cada vez mais pela música eletrônica e pelas raves. Logo, ele acaba por criar um duo de DJs chamado Cheers. Tudo isso acontece ao mesmo tempo em que dois de seus amigos, Guy-Man e Thomas estão formando o Daft Punk.

O longa de Mia Hansen-Løve é livremente inspirado na vida de seu irmão Sven. Ela capta de forma bastante interessante o nascimento e a ascensão do french house nos anos 1990.

Disponível na Apple TV+.

Maysa: Quando Fala o Coração (2009)

De Jayme Monjardim

A minissérie passou em 2009 na Globo e foi um sucesso de audiência

Divulgação/Globo

Escrita por Manoel Carlos e dirigida por Jayme Monjardim, filho de Maysa, a minissérie é um retrato interessante sobre a figura mítica da cantora. Seus amores e suas fossas são o fio que alinhava uma história intensa e entregue.

Com uma produção requintada, a série tem atuações poderosas de Larissa Maciel e Mateus Solano. A equipe ainda conta com o diretor de fotografia Affonso Beato, responsável por Tudo Sobre Minha Mãe e Carne Trêmula, de Pedro Almodóvar.

Disponível no Globoplay.

Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música (2008)

De Peter Sollett

Quem é fã do Michael Cera vai se divertir bastante com o filme

Norah (Kat Dennings) pede para que Nick (Michael Cera) se passe por seu namorado por algum tempo. Isso se transforma numa noite de amor e música, como diz de forma bem explicativa o subtítulo nacional.

Com uma trilha sonora alternativa deliciosa, Nick & Norah é aquela comédia romântica clássica, do tipo que funciona como um antídoto para dias ruins. Veja acompanhado de boas quantidades de pipoca e brigadeiro.

Disponível no Star+.

Hedwig – Rock, Amor e Traição (2001)

De John Cameron Mitchell

John Cameron Mitchell em cena de Hedwig Rock

John Cameron Mitchell interpreta a estrela do rock. Na época, o filme foi super bem recebido

Divulgação/MUBI

Hedwig – Rock, Amor e Traição é um musical adaptado de uma peça do circuito off-Broadway. A trama segue uma cantora trans alemã chamada Hedwig (John Cameron Mitchell) e sua luta pela fama e pela liberdade nos Estados Unidos. Bem humorado e cheio de estilo, o filme de Mitchell tem uma trilha sonora original cativante. Ele se tornou um clássico cult com o passar do tempo.

Disponível no Globoplay e no MUBI.

Quase Famosos (2000)

De Cameron Crowe

Kate Hudson em cena de Quase Famosos, 2000

O roteiro da produção foi baseada na vida do diretor Cameron Crowe, que se tornou o colaborador mais jovem da revista Rolling Stone EUA

Reprodução/YouTube

Na década de 1970, William Miller (Patrick Fugit), com apenas 15 anos, realiza seu sonho. Ele acompanha a turnê da banda fictícia Stillwater como jornalista para a revista Rolling Stone. Essa é uma história semi-biográfica do diretor Cameron Crowe, que começou sua carreira como repórter musical.

Com atuações marcantes de Kate Hudson, Billy Crudup e Frances McDormand, Quase Famosos se tornou um clássico moderno para os fãs de música.

Disponível no Star+.

Chico & Caetano (1986)

De Daniel Filho

O musical, tão esperado pelos fãs, acabou tendo um final precoce. O encontro, porém, rendeu um LP lançado pela Som Livre

Reprodução/Globo

Em 1986, Chico Buarque e Caetano Veloso se reuniram em nove programas musicais. Os espetáculos foram gravados no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, com uma lista de convidados poderosa. Participaram Rita Lee, Maria Bethânia, Mercedes Sosa, Paulinho da Viola, Elza Soares, Beth Carvalho, Djavan, Marina Lima, Baden Powell, Gal Costa, Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Donato, entre outros. Só essa lista de convidados já mostra que essa série é imperdível, não é?

Disponível no Globoplay.

Os Doces Bárbaros (1976)

De Jom Tom Azulay

Poster de divulgação do filme Os Outros Doces Bárbaros, de 1976

O registro celebra os dez anos de carreira dos Doces Bárbaros

Reprodução/YouTube

Nos anos 1970, Maria Bethânia convida Gal Costa, Gilberto Gil e Caetano Veloso para formar um supergrupo: Os Doces Bárbaros. Esse encontro rendeu um disco ao vivo e uma turnê, que é acompanhada de perto pelas lentes de Jom Tom Azulay.

O encontro dos quatro artistas por si só já seria um registro histórico. No entanto, o documentário ainda capta outros momentos marcantes, como a prisão de Gilberto Gil, por posse de drogas. Um filme de música essencial para quem é fã de MPB.

Disponível no Globoplay.

Orfeu do Carnaval (1959)

De Marcel Camus

Cena de Orfeu Negro, filme de 1959

É possível observar os fragmentos da diáspora africana na produção

Reprodução/Amazon Prime Video

Orfeu do Carnaval, também chamado de Orfeu Negro, é uma produção ítalo-franco-brasileiro baseada na peça Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes. Com trilha sonora de Tom Jobim e Luís Bonfá, Orfeu é uma adaptação da mitologia grega para o universo do samba e do carnaval.

Mesmo se passando no Brasil, falado em português, o filme ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 1960, representando a França. Independentemente de não termos esse Oscar na conta da casa, o filme segue sendo um registro poético e forte do Brasil e do Carnaval.

Disponível no Prime Video.

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Renan Guerra

Renan Guerra

Renan Guerra é jornalista de cultura e integrante do Podcast Vamos Falar Sobre Música. Apresenta no Instagram o programa Quero Música Nova, ao lado do DJ Zé Pedro, e também gosta de comentar reprises de novelas antigas no Twitter.

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