FILMES E SÉRIES

Capa do texto com as melhores séries do Star+

Fotos: Divulgação / Arte: Tangerina

Listas

Vale assinar o Star+? Conheça as 20 melhores séries da plataforma

Ficou com birra da Disney e desencanou do Star+? Pois saiba que a plataforma tem um catálogo bem legal

Rafael Argemon

Rafael Argemon

Mesmo com um ótimo catálogo de filmes e séries –sem falar da programação esportiva que reúne os canais ESPN–, o Star+ não foi muito bem recebido no Brasil. O público brasileiro não gostou nada de ter de pagar por mais uma plataforma de streaming da Disney além do Disney+.

Até dá para entender a empresa, que não quer misturar seu conteúdo tradicionalmente infanto-juvenil com a pegada mais adulta do portfólio da antiga FOX, gigante da mídia adquirida pela Disney em março de 2019. 

O problema é que essa estratégia que a Disney adotou por aqui, não foi a mesma de outros mercados, que têm os conteúdos de Disney+ e Star+ em um só serviço. Algo que enfureceu os brasileiros, que praticamente boicotaram a plataforma lançada por aqui em agosto de 2021. 

Um cenário ruim para todo mundo. Já que a empresa sentiu o baque por não alcançar sua projeção de assinantes no país, e muita gente por aqui não pode aproveitar uma bela carteira de títulos dos mais variados.

Mas se você ainda está na dúvida se assina ou não o Star+, dê só uma olhadinha nesta lista onde reunimos as 20 melhores séries da plataforma “adulta” da Disney.

Boas maratonas!

American Horror Story

Lady Gaga em American Horror Story

American Horror Story

Antologia de terror de Ryan Murphy já está em sua décima temporada

Já em sua décima temporada, a antologia de terror criada por Ryan Murphy coloca um núcleo de personagens em narrativas que giram em torno de casas mal-assombradas, hotéis horripilantes ou fazendas infernais. No elenco –que intercala papéis em temporadas temáticas diferentes– se destacam nomes como Evan Peters, Sarah Paulson, Jessica Lange, Emma Roberts, Taissa Farmiga e até Lady Gaga.

Dois pelo preço de um: Outra antologia de terror que pode te divertir é American Crime Story, que tem o Ryan Murphy como produtor executivo.
Presta atenção, freguesia: A atuação de Sarah Paulson, que passeia por vários papéis que vão de irmãs siamesas (com duas cabeças) até uma bruxa suprema.

Atlanta

Atlanta

Atlanta

Donald Glover faz um retrato engraçado, duro e até surreal de como ser negro nos EUA

Atlanta trata temas como pobreza, falta de oportunidade, criminalidade e racismo sem se fixar em um gênero. Às vezes a série é cômica, em outras, trágica, e em tantas outras, absurda. Criada pelo ator/roteirista/humorista/rapper Donald Glover, ela abre nossos olhos para as bizarrices da realidade que os negros enfrentam diariamente na América dos guetos, utilizando um lirismo que beira o fantástico.

Dois pelo preço de um: Outra série com uma visão bem particular sobre a questão racial norte-americana com um estilo bem agridoce é a também ótima Reservation Dogs.
Presta atenção, freguesia: No excelente trio de coadjuvantes formado pelo atores Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield e Zazie Beetz.

Bob’s Burgers

Cena da série Bob's Burgers

Bob’s Burgers

Série animada segue tradição das sitcoms e faz graça com o cotidiano de pessoas comuns

Calcada na tradição das sitcoms como Cheers (1982 – 1993) e Taxi (1978 – 1983), Bob´s Burgers não tem o estilo mais ácido de animações como Os Simpsons e Uma Família da Pesada. É mais uma comédia familiar que faz graça com os pequenos desafios do cotidiano. Sério, é tão deliciosa quanto os hambúrgueres do Bob. Mas assim como eles, Bob’s Burgers não recebe a atenção que merece por boa parte dos clientes, que preferem comer na pizzaria do Jimmy Pesto.

Dois pelo preço de um: Outra família bem legal de acompanhar são os Tobin, em The Great North.
Presta atenção, freguesia: Bob’s Burgers prova que uma família ficcional não precisa ser disfuncional para ser engraçada. 

Feud

Feud

A eterna rivalidade entre Bette Davis e Joan Crawford é o mote desta minissérie

Estrelada por Susan Sarandon e Jessica Lange, Feud é um prato cheio para quem curte histórias de intrigas e fofocas dos bastidores de Hollywood. Isso porque a minissérie retrata a rivalidade entre duas grandes divas do cinema, Bette Davis (Sarandon) e Joan Crawford (Lange), durante as filmagens do clássico O que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962). As duas simplesmente se odiavam e viviam se provocando durante e até depois do filme concluído. 

Dois pelo preço de um: Fosse/Verdon é outra minissérie na mesma pegada treta nos bastidores.
Presta atenção, freguesia: O duelo entre Susan Sarandon e Jessica Lange é divertido demais.

Fosse/Verdon

Fosse/Verdon

Minissérie traz a relação criativa e tóxica dos geniais Bob Fosse e Gwen Verdon

Em um estilo parecido com o de Feud, Fosse/Verdon conta outra saborosa –e triste– história de bastidores do show business. Baseada no livro Fosse, de Sam Wasson, a minissérie retrata a bem-sucedida, mas conturbada, parceria romântica/criativa entre o genial coreógrafo/diretor Bob Fosse (Sam Rockwell) e uma das maiores dançarinas da história da Broadway: Gwen Verdon (Michelle Williams). Juntos, eles revolucionaram a linguagem dos musicais.

Dois pelo preço de um: Curtiu essa pegada treta nos bastidores de Fosse/Verdon? Então não perca Feud.
Presta atenção, freguesia: Sam Rockwell e Michelle Williams, né. Não precisa dizer mais nada.

Futurama

Cena da animação Futurama

Futurama

Esqueça as comparações com Os Simpsons, você vai se divertir com Futurama

Do mesmo criador de Os Simpsons, Matt Groening, Futurama não conseguiu nem chegar perto do sucesso de sua irmã mais velha, mas isso não quer dizer que a série de animação passada na Terra do século 31 seja ruim. Muito longe disso. Recheada de personagens marcantes, como a extraterrestre ciclope Leela, o terráqueo bobão Fry e o robô mau-caráter Bender, entre outros, a produção que teve 10 temporadas entre 1999 e 2013 tinha o mesmo humor bem sacado de Os Simpsons com algumas boas doses de aventura.

Dois pelo preço de um: Tipo de irmão mais novo de Futurama, Solar Oposites é uma ótima pedida.
Presta atenção, freguesia: No festival de coadjuvantes inesquecíveis, como o Professor Hubert J. Farnsworth, Hermes e o Dr. Zoidberg.

Homeland

Cena da série Homeland

Homeland

Drama de espionagem tem Claire Danes como uma agente da CIA bipolar

Grande surpresa do Emmy em 2012, Homeland chamou a atenção de muita gente ao vencer nas categorias de melhor série, ator (Damien Lewis), atriz (Claire Danes) e roteiro. O triunfo na principal premiação da TV americana fez com que o público abraçasse o thriller de espionagem que tem como protagonista uma agente da CIA bipolar que se apaixona por um soldado americano resgatado no Afeganistão após anos de cativeiro. O problema é que a resolução da história foi esticada por mais duas temporadas e boa parte do público perdeu o interesse. Uma pena, porque ela recuperou o fôlego a partir da quarta e seguiu ótima por mais quatro, finalizando seu ciclo de vida com oito temporadas de tramas políticas cheias de suspense muito bem amarradas.  

Dois pelo preço de um: Vá de The Americans. Se você gostou de Homeland, não tem erro.
Presta atenção, freguesia: Claire Danes ganhou um monte de prêmios como a agente bipolar Carrie Mathison. Mas fique ligado também na ótima atuação de Mandy Patinkin como seu mentor, Saul Berenson.

How I Met your Mother

Cena da série How I Met Your Mother

How I Met your Mother

How I Met your Mother é a maior sitcom de amigos desde Friends

Tipo de evolução natural de Friends, já que estreou na década seguinte, nos anos 2000, How I Met your Mother brinca com a narrativa nada confiável de Ted (Bob Saget) ao contar a seus filhos como ele conheceu a mulher de sua vida quando jovem (Josh Radnor). Mas assim como em Friends, a graça aqui é a interação entre o grupo de amigos formado por Ted, claro, Marshall (Jason Segel), Lily (Alyson Hannigan), Barney (Neil Patrick Harris) e Robin (Cobie Smulders).

Dois pelo preço de um: How I Met your Father é um novíssimo spin-off que tem tudo para agradar os fãs de How I Met your Mother.
Presta atenção, freguesia: No humor cotidiano que é a marca registradas das boas sitcoms americanas.

Legion

Cena da série Legion

Legion

Legion foi criativa como ninguém em relação às batidas tramas de super-heróis

Nenhuma produção –de cinema ou TV– sobre super-heróis foi tão criativa até hoje quanto Legion. Baseada nos quadrinhos dos X-Men, a trama gira em torno do atormentado David Haller (Dan Stevens), um jovem diagnosticado com esquizofrenia ainda criança que está internado em uma instituição para pacientes com distúrbios mentais. Até que algo drástico acontece e ele percebe que possui poderes especiais que podem fazer dele o mutante mais poderoso do mundo. 

Dois pelo preço de um: The Strain não tem nada a ver com super-heróis, mas, assim como Legion, traz uma visão inovadora a um tema um tanto batido. No caso de The Strain, as histórias de vampiros. Ah, e a série é uma criação do Guillermo Del Toro, diretor de filmes como O Labirinto do Fauno (2006), do vencedor do Oscar de melhor filme A Forma da Água (2017) e do novíssimo O Beco do Pesadelo (2021), que acabou de entrar no catálogo do Star+. 
Presta atenção, freguesia: Aubrey Plaza está simplesmente impagável como Lenny Busker.

Modern Family

Cena da série Modern Family

Modern Family

Série traz uma nova visão do tradicionalíssimo formato da sitcom familiar americana

Além de se apoiar em um ótimo elenco, Modern Family foge dos estereótipos de sticoms como Friends, How I Met Your Mother e That ‘70s Show para nos apresentar à grande família Pritchett. Em vez dos clichês envolvendo amizades impossíveis, a série explora o cotidiano de três núcleos familiares diferentes com pautas necessárias a um público mais amplo, como adoção, relacionamentos homoafetivos, imigração, entre outros. Sem nunca deixar o bom humor de lado. O legado de Modern Family é tão grande que a série foi até homenageada em Wandavision, primeira produção televisiva da Marvel que celebrou algumas das sitcoms mais importantes da história da TV americana.

Dois pelo preço de um: Eu, a Patroa e as Crianças
Presta atenção, freguesia: A atuação de Eric Stonestreet como Cameron e a evolução dos atores Aubrey Anderson-Emmons, Ariel Winter, Sarah Hyland, Nolan Gould e Rico Rodriguez são os pontos altos da série.

O.J.: Made in America

Cena da minissérie O.J. Made in America

O.J.: Made in America

Minissérie documental da ESPN é melhor que muita série true crime por aí

Vencedora do Oscar de Melhor Documentário em 2019, a minissérie traz um relato completo e minucioso sobre o caso O.J. Simpson, um dos acontecimentos mais emblemáticos da década de 1990. A série conta desde a trajetória de sucesso do jogador de futebol americano/ator, o assassinato de sua esposa Nicole Brown Simpson e de Ron Goldman, e o polêmico julgamento em que ele foi absolvido. Tudo contextualizado com o clima de guerra racial que Los Angeles vivia naquele momento. Simplesmente imperdível.

Dois pelo preço de um: Lance, da consagrada diretora Marina Zenovich, é outro documentário que retrata a queda de um ex-ídolo do esporte.
Presta atenção, freguesia: Na quantidade absurda de detalhes sobre o caso.

Only Murders in the Building

Cena da série Only Murders in the Building

Only Murders in the Building

Only Murders in the Building é simplesmente uma das melhores séries de 2021

Leve e engraçada, Only Murders in the Building conquistou crítica e público com sua trama envolvente e com o carisma do trio de protagonistas, formado pelos veteranos Steve Martin e Martin Short e a cantora pop Selena Gomez, que se sai muito bem como atriz. A história, que brinca com a febre de podcasts sobre crimes, se passa dentro de um antigo e luxuoso prédio no coração de Manhattan, quando um dos moradores é encontrado morto, vítima de um suposto suicídio. Meio que por acaso, três moradores, o solitário ator Charles-Haden Savage (Martin), o decadente diretor teatral Oliver Putnam (Short) e a misteriosa Mabel Mora (Gomez), se juntam para desvendar o caso, que eles acham que foi, na verdade, um homicídio.

Dois pelo preço de um: Crimes, humor e roteiro afiado também são ótimas qualidades de Castle.
Presta atenção, freguesia: É uma delícia ver dois comediantes do naipe de Steve Martin e Martin Short dividindo a mesma tela de novo.

Os Simpsons

Cena da animação Os Simpsons

Os Simpsons

Nenhuma produção televisiva marcou tanto a história da TV quanto Os Simpsons

O que falar de uma série de animação que durante anos resistiu no concorridíssimo horário nobre na TV americana e que ainda segue firme e forte desde 1989? No decorrer de suas –até agora– 33 temporadas, Os Simpsons se transformou em um estudo sociológico dos EUA. De 89 para cá, poucos assuntos escaparam do comentário irônico que seu criador, Matt Groening, fez usando a família Simpson e os habitantes de Springfield. A influência cultural da série é tão absurda, que ela ficou famosa por “prever o futuro”. Quem imaginaria Donald Trump como presidente? Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie são, definitivamente, a família americana mais conhecida no mundo.

Dois pelo preço de um: Parecida em muitos aspectos e totalmente diferente em outros, Uma Família da Pesada é outra animação adulta que vale dar uma conferida.
Presta atenção, freguesia: Nas assustadoras “previsões do futuro” que se tornaram quase uma lenda urbana de Os Simpsons.

Pose

Cena da série Pose

Pose

Série de Ryan Murphy rompeu as barreiras impostas a profissionais trans da TV americana

Criada por Ryan Murphy, o mais prolífico showrunner da TV americana na atualidade, Pose retrata a comunidade LGBTQIA+ de Nova York na década de 1980 dando ênfase à cena dos ballrooms, competições de performances e dança em discotecas predominantemente realizadas por drag queens. Foi nesse movimento underground que nasceu o voguing, que acabou popularizado por Madonna com o clipe de Vogue, em 1990. Na trama, Blanca (MJ Rodriguez) é uma mulher trans que descobre ser portadora do vírus HIV. Sabendo que seus dias estão contados, ela decide montar sua própria “casa”, uma família que oferece apoio a jovens da comunidade LGBTQIA+ rejeitados por suas famílias biológicas. Damon (Ryan Jamaal Swain) é um dançarino que se junta à Blanca. Juntos, eles competem nos bailes contra a ex-mãe da antiga casa de Blanca, Elektra (Dominique Jackson).

Dois pelo preço de um: Quer mais drama e performances? Se liga em Star, ótima série com Queen Latifah.
Presta atenção, freguesia: O elenco todo é ótimo, mas não dá para não destacar o incrível Billy Porter.

Reservation Dogs

Cena da série Reservation Dogs

Reservation Dogs

Comédia agridoce de Taika Waititi dá espaço para nativos americanos brilharem

Prepare-se para rir e se emocionar com um grupo dos mais carismáticos de adolescentes indígenas que vivem em uma empobrecida reserva nos cafundós de Oklahoma. Bagre frito, rap, pequenos roubos, uma grande amizade tragicamente interrompida, sonhos de uma vida melhor longe da pobreza e isolamento… O mundo de Reservation Dogs traz aquele humor levemente surreal e agridoce do roteirista e diretor neozelandês Taika Waititi (de Thor: Ragnarok e Jojo Rabbit) que vai te pegar de uma maneira ou de outra. Pode apostar.

Dois pelo preço de um: A pouco comentada Baskets tem a mesma pegada de humor agridoce.
Presta atenção, freguesia: No elenco de jovens atores de ascendência indígena que são a alma da série.

Resident Alien

Cena da série Resident Alien

Resident Alien

Alan Tudyk arrebenta como um alienígena perdido no planeta que veio destruir

Ignore a premissa pra lá de batida do extraterrestre que cai na Terra. Resident Alien consegue fugir de muitos clichês ao transformar seu protagonista, um alien rabugento interpretado pelo ótimo Alan Tudyk como um ser que, às vezes, pode ser um cara bem legal, mas que não pensa duas vezes em matar humanos que se metem em sua missão. Isso sem falar de sua falta de tato ao lidar com sentimentos humanos enquanto está disfarçado de médico legista de uma pequena cidade no interior do Colorado, gerando cenas hilárias.

Dois pelo preço de um: Tipo de Star Trek mais engraçado, The Orville vai te manter no tema “alienígena” sem deixar a peteca cair.
Presta atenção, freguesia: Na atuação de Alan Tudyk, que mata a pau.

The Americans

The Americans

Série é uma incomum mistura de drama familiar com trama de espionagem

Muito mais do que apenas um bom thriller de espionagem com sequências de ação de tirar o fôlego, The Americans também funciona como um profundo drama familiar. Seus protagonistas são dois espiões soviéticos infiltrados na Washington da década de 1980 como um feliz casal dono de uma agência de viagem com dois filhos. Na mesma medida em que simpatizamos com os dramas vividos por Elizabeth e Philip Jennings (Keri Russell e Matthew Rhys), reprovamos muitas de suas atitudes, causando um profundo dilema moral. Assistir The Americans é como estar em uma montanha russa que toca um incessante greatest hits dos anos 1980.

Dois pelo preço de um: Homeland é uma opção mais do que obrigatória para quem gostou de The Americans.
Presta atenção, freguesia: Nas sequências de montagem com clássicos do rock/pop dos anos 1970 e 1980.

This is Us

Cena da série This is Us

This is Us

Prepare o lenço, porque você vai chorar muito com o melhor dramalhão da atualidade

Dramalhão dos bons, This is Us é o elo perdido entre séries e novelas. Usando e abusando de flashbacks e flashforwards, a trama conta a história dos Pearson, uma família de classe média formada por Jack (Milo Ventimiglia), Rebecca (Mandy Moore) e seus “trigêmeos” Kevin (Justin Hartley), Kate (Chrissy Metz) e Randall (Sterling K. Brown), em diversos momentos de suas vidas. Prepare o lencinho, porque drama não é um artigo de luxo em This is Us. 

Dois pelo preço de um: Curte um drama daqueles de acabar com seu estoque de lenços? Então não deixe de ver a “interminável” Grey´s Anatomy.
Presta atenção, freguesia: Nos constantes saltos temporais que vão revelando muitos segredos das vidas dos Pearson.

Uma Família da Pesada

Cena da animação Uma Família da Pesada

Uma Família da Pesada

Ácida até não poder mais, animação de Seth MacFarlane não poupa ninguém

Muitas séries de animação nasceram na esteira do sucesso de Os Simpsons, mas poucas se deram tão bem nessa comparação um tanto injusta quanto Uma Família da Pesada. Em comum, as duas têm apenas o núcleo familiar formado por pai, mãe e três filhos. A criação do abusado Seth MacFarlane tem um humor bem mais — com o perdão do trocadilho — pesado que, com o passar do tempo, foi acumulando características próprias, como os grandiosos números musicais, as toneladas de referências à cultura pop (principalmente das décadas de 1980 e 1990) e temas bem polêmicos.

Dois pelo preço de um: A série derivada The Cleveland Show. Não tem como ver uma sem ver a outra.
Presta atenção, freguesia: Nos sempre hilários números musicais que aparecem do nada.

What do we do in the Shadows

Cena da série What do we do in the Shadows

What do we do in the Shadows

Você vai ficar assustado do quanto vai rir dessa ótima comédia com toques de terror

Versão para a TV do cult neozelandês criado e dirigido por Taika Waititi e Jemaine Clement em 2014, essa divertidíssima série cômica transporta a ação filme da capital da Nova Zelândia para Staten Island, região de Nova York onde quatro vampiros –três antigos sugadores de sangue e um irritante sugador de energia– e um esforçado escravo dividem uma casa.

Dois pelo preço de um: Você curte uma comédia com temática de terror, né? Então veja também Scream Queens.
Presta atenção, freguesia: Nas participações mais do que especiais de atores como Tilda Swinton, Haley Joel Osment, Benedict Wong e Mark Hamill.

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Rafael Argemon

Rafael Argemon

Rafael Argemon é criador do perfil O Cara da Locadora no Instagram e também assina uma coluna com o mesmo nome na Tangerina, onde indica as pérolas escondidas nas plataformas de streaming. Cinéfilo e maratonador de séries profissional, passou por Estadão, R7, UOL, Time Out e Huffpost. Apaixonado por pugs, sagu e jogos do Mario.

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