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Samuel L. Jackson em Vingadores

Divulgação/Marvel

SÓ DIVERSÃO

Após derrota por Pulp Fiction, Samuel L. Jackson desistiu do Oscar

Samuel L. Jackson é um dos atores mais admirados de sua geração, mas só foi indicado ao Oscar uma vez. Ele diz que prefere se divertir atuando

Luciano Guaraldo

Um dos atores mais queridos de sua geração, Samuel L. Jackson nunca ganhou um Oscar de atuação. Na verdade, ele foi indicado ao prêmio máximo do cinema uma única vez: em 1995, por seu trabalho em Pulp Fiction – Tempo de Violência. Perdeu para o veterano Martin Landau (1928-2017), que já estava em sua terceira nomeação. O astro não se importa com o prêmio –ou a falta dele. “Prefiro ser Nick Fury“, brincou, em referência ao seu personagem no Universo Cinematográfico da Marvel.

“[Depois de perder em 1995,] Eu superei. Não posso deixar o Oscar ser uma medida do meu sucesso ou do meu fracasso como ator. Eu meço o meu sucesso de acordo com a minha felicidade. Estou satisfeito com o que eu faço? Não vou fazer um filme só para ganhar uma estatueta. Sabe como é: ‘Se você aceitar esse papel, vai levar o Oscar’. Não obrigado. Prefiro ser Nick Fury ou me divertir como Mace Windu com um sabre de luz na minha mão”, resumiu ele em entrevista ao Los Angeles Times.

Neste ano, Samuel L. Jackson finalmente levou um Oscar. Mas foi uma premiação honorária, pelo conjunto da obra e pela sua contribuição com a indústria cinematográfica, com uma carreira que vai de Django Livre (2012) a Serpentes a Bordo (2006). “Eu poderia ficar pensando: ‘Bem, eu deveria ter ganho por esse ou aquele filme’. Mas não ligo mais. Eu gosto de ir ao Oscar, ganhar a sacola de presentes (risos). Dou tudo para meus parentes. Minha filha e minha mulher pegam algumas coisas. É legal.”

Questionado se ele se arrepende de ter dispensado algum papel que poderia ter lhe rendido uma estatueta, Samuel L. Jackson é sincero. “Não. Eu quero fazer personagens como aqueles que me levavam ao cinema quando eu era um garoto. Quero fazer os filmes que as pessoas veem para esquecer seus problemas. Eu escolhi isso para mim, e tudo bem. Sou o cara que diz as frases que vão estampar camisetas. As pessoas vão ao cinema para ver quantas vezes eu falo ‘filho da puta’ (risos). Se isso vende ingressos, ótimo”, afirmou ele.

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Luciano Guaraldo

Editor-chefe da Tangerina. Antes, foi editor do Notícias da TV, onde atuou durante cinco anos. Também passou por Diário de São Paulo e Rede BOM DIA de jornais.

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