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Montagem com jogos do Xbox Game Pass

Divulgação/Xbox

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Netflix de games: Os 20 melhores jogos do Xbox Game Pass

Uma seleção com o que há de melhor na plataforma de games por assinatura da Microsoft

Com um catálogo de mais de cem jogos, o Xbox Game Pass é uma espécie de “Netflix de games”, permitindo que você jogue no console, PC ou smartphone —utilizando o serviço de jogos pela nuvem da Microsoft— por meio de uma mensalidade. Assinou e não sabe o que jogar? A Tangerina separou os 20 melhores jogos disponíveis na plataforma.

Como o Xbox Game Pass é um serviço com muitos jogos entrando ou saindo do catálogo conforme vários acordos de distribuição, vamos manter essa lista sempre atualizada com o que está disponível na plataforma.

Marvel’s Guardians of the Galaxy

Imagem de Marvel's Guardians of the Galaxy

Marvel's Guardians of the Galaxy adapta bem as histórias do grupo da Marvel para os games

Da mesma forma que Guardiões da Galáxia reinventou os filmes de grupos de super-heróis nos cinemas, nos videogames pode-se dizer que a história foi parecida. 

Depois do desastroso Marvel’s Avengers, a Square Enix conseguiu se redimir com Marvel’s Guardians of the Galaxy, uma aventura colorida, divertida, despretensiosa e (pouco) ousada.

Mas não se engane: o jogo não possui relação com o Universo Cinematográfico da Marvel. Apesar de repetir a formação do grupo que dá nome ao jogo, Rocket, Drax, Gamora, Groot e o Senhor das Estrelas são diferentes aqui, incluindo em visual, personalidade e origem.

Ainda assim, a jornada é tão cheia de momentos emocionantes e reviravoltas interessantes quanto nos filmes, desenrolando-se a partir da captura de uma criatura rara nos confins da galáxia para uma missão que pode mudar o curso da história.

Prepare-se para engajar em diálogos contínuos, intrigas familiares, muita exploração e combates enquanto canta junto alguns dos melhores clássicos dos anos 1980, graças à excelente trilha sonora (tanto licenciada quanto original) de Marvel’s Guardians of the Galaxy.  – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Família, relacionamentos e amizade são alguns dos temas mais trabalhados no game.
  • Dois pelo preço de um: Obviamente, qualquer fã da Marvel estará em casa neste jogo, mas também recomendamos Marvel’s Guardians of the Galaxy para quem engajou no relacionamento entre os protagonistas de Final Fantasy XV e/ou gostou de explorar a galáxia e das escolhas e consequências de Mass Effect.
  • Presta atenção, freguesia: Algumas escolhas têm consequências durante a jornada, e isso pode azedar a relação do Senhor das Estrelas com alguns dos companheiros.
  • Disponível para: Console | PC

Tell Me Why

Cena de Tell Me Why

Em Tell Me Why, revivem memórias de infância com poderes sobrenaturais

Divulgação/Xbox

Eu sei que você pensou no famoso hit “I Want It That Way” quando leu o nome deste jogo, mas músicas dos Backstreet Boys à parte, saiba que o título de Tell Me Why combina muito com o jogo e sua premissa.

A aventura narrativa foi desenvolvida pela pela DONTNOD Entertainment, mesmo estúdio de Life Is Strange. Aqui, porém, o foco é em torno dos gêmeos Tyler e Alyson Ronan, que possuem um vínculo sobrenatural fortíssimo.

Além de conseguirem se comunicar através da mente, os dois podem revisitar memórias deles e de outras pessoas. E é justamente com esta habilidade que o jogador irá explorar um grande mistério sobre a mãe dos gêmeos.

Também será necessário, como de praxe, realizar escolhas que podem impactar no relacionamento e no futuro dos irmãos. Fora a exploração e conversas, muitos quebra-cabeças o aguardam em Tell Me Why. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Tyler é o primeiro protagonista transgênero de um estúdio de destaque. Além disso, a DONTNOD Entertainment trabalhou com a organização GLAAD para tornar a representação na mais autêntica possível.
  • Dois pelo preço de um: Mais do que recomendado para quem gostou do adventure narrativo com clima de mistério em The Wolf Among Us, ou ainda quem curtiu as interações e a forte conexão entre os irmãos de Beyond: Two Souls.
  • Presta atenção, freguesia: O jogo explora razoavelmente bem a cultura e a história da cidade fictícia de Delos Crossing, localizada no Alasca. O local é lar de muitas comunidades indígenas e a equipe de desenvolvimento procurou e incluiu a perspectiva de nativos locais para tornar a região a mais realista possível.
  • Disponível para: Console | PC

Dead by Daylight

Imagem de Dead by Daylight

Dead by Daylight reune ícones do terror em um só jogo

Divulgação/Starbreeze Studios

Dead by Daylight é provavelmente uma das experiências mais completas quando falamos de jogos de terror, o que é curioso, devido ao seu estilo menos convencional dentro do gênero.

Inspirado nos filmes slasher, o jogo permite que você assuma o papel tanto das vítimas quanto do assassino, criando objetivos diferentes dentro da partida. O assassino, claro, precisa eliminar o máximo de jogadores possível. Os demais devem sobreviver e escapar.

Dead by Daylight brilha ao incorporar as regras dos filmes de terror em um sistema coeso de jogo. Praticamente tudo o que você conhece dessas histórias está lá, dos obstáculos que a vítima derruba no chão enquanto tenta escapar até as armadilhas montadas pelos matadores para pegar suas vítimas desprevenidas. Em Dead by Daylight, cada partida é uma história diferente —e faz todo mundo se divertir no processo. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: A popularidade de Dead by Daylight fez com o que o jogo se tornasse sem querer um ponto de encontro de todos os filmes do gênero. No game, dá para jogar com personagens de vários filmes, como Pânico, Halloween, A Hora do Pesadelo, Jogos Mortais e muito mais.
  • Dois pelo preço de um: Recomendado para quem gosta de jogos de terror para várias pessoas, como Left 4 Dead ou Phasmophobia.
  • Presta atenção, freguesia: Um dos toques mais brilhantes de Dead by Daylight diz respeito a trilha sonora, que começa a tocar quando o assassino está próximo.
  • Disponível para: Console | PC

The Elder Scrolls V: Skyrim

Imagem de The Elder Scrolls V: Skyrim

Skyrim é um dos RPGs mais famosos de todos os tempos

Quando Skyrim foi revelado em 2011, o diretor do jogo, Todd Howard, disse uma frase que ficaria famosa ao apontar para uma montanha no fundo do cenário, a perder de vista: “você pode escalar”.

A frase acabou virando meme, mas a verdade é que ela representa muito bem o espírito de descoberta que existe em The Elder Scrolls V: Skyrim, um dos RPGs de fantasia mais celebrados de todos os tempos. Skyrim é talvez o primeiro grande exemplo do gênero de um mundo com muitos detalhes e muitas coisas a se fazer.

Em Skyrim, seu personagem, cuja aparência e gênero são da sua escolha, é Dragonborn, último de uma linhagem de guerreiros capaz de absorver a alma dos dragões e utilizar magias destas criaturas conhecidas como “gritos”. Você começa a história escapando da prisão no meio de uma guerra entre dois dos reinos de Skyrim. A partir daí, você pode seguir o caminho da história principal ou simplesmente explorar esse mundo mágico, com muitos segredos a serem desvendados.

  • Leva que tá doce: É uma história de fantasia no melhor estilo de Game of Thrones ou Senhor dos Anéis na qual você está no controle.
  • Dois pelo preço de um: Skyrim influenciou alguns dos jogos mais aclamados dos últimos anos, como The Witcher III ou The Legend of Zelda: Breath of the Wild.
  • Presta atenção, freguesia: Uma das magias dracônicas aprendidas pelo protagonista, o “Fus Ro Dah”, acabou virando meme, pois o grito é capaz de empurrar qualquer coisa que esteja no caminho com força.
  • Disponível para: Console | PC

Age of Empires IV

Cena de Age of Empires IV

Age of Empires IV é continuação de jogo clássico para PC

Divulgação/Xbox

Age of Empires é uma das mais emblemáticas séries de estratégia em tempo real da história dos games. A premissa de seus jogos é simples: colete recursos, expanda sua base e treine um poderoso exército para derrotar seus inimigos no campo de batalha. 

O mais recente integrante da família, Age of Empires IV, repete essa fórmula de sucesso e traz a série de volta para a Idade Média – mesmo período em que as batalhas de Age of Empires II, o mais popular da franquia, eram travadas. Mas se engana quem acha que o Age IV é mais do mesmo: além do visual digno de PCs modernos, o jogo traz uma série de mecânicas atualizadas que foram bem recebidas por veteranos de RTS e por novatos do gênero.

Entre as novidades estão suas oito civilizações únicas, cada uma com um estilo distinto de jogo e diferentes vantagens e desvantagens. O Império Mongol, por exemplo, pode “empacotar” as edificações de suas bases em caravanas nômades e movê-las pelo mapa livremente; já o Sacro Império Romano-Gêrmanico usa a fé como uma força econômica e militar, recrutando unidades religiosas para inspirar e seus aldeões e exércitos. – Rafael Romer

  • Leva que tá doce: Age of Empires IV emprega um sistema simples de “pedra, papel e tesoura” para definir vantagens e desvantagens de suas unidades militares. É fácil de entender e ideal para quem está começando a explorar o mundo dos jogos RTS.
  • Dois pelo preço de um: Se você é fã de séries clássicas como Starcraft ou Command & Conquer, vai se sentir em casa com Age of Empires IV.
  • Presta atenção, freguesia: Nas missões de campanha de Age of Empires IV, jogadores podem desbloquear mini documentários em vídeo sobre a era medieval. Você sabia que uma única cota de malha exige cerca de 200 mil anéis entrelaçados para ser criada? Age of Empires IV tem informação!
  • Disponível para: PC

Yakuza: Like a Dragon

Cena de Yakuza: Like a Dragon

Yakuza: Like a Dragon traz história com suspense e traição

Divulgação/SEGA

A franquia Yakuza se tornou bastante conhecida nos últimos anos, sendo exaltada pelos mini games dos mais variados tipos, pelas excêntricas missões paralelas e pelo sistema de batalha evoluído do clássico beat ‘em up, além de um enredo emocionante repleto de reviravoltas e camaradagem.

Em Yakuza: Like a Dragon, todos estes elementos retornam junto de algumas novidades, como, por exemplo, um sistema de batalha em tempo real por turnos – inspirado em RPGs clássicos – ao invés da pancadaria livre dos títulos anteriores.

Aqui, temos também um novo protagonista: quem assume o papel de personagem principal em Yakuza: Like a Dragon é Ichiban Kasuga, que após cumprir uma pena de 18 anos, resolve desvendar os motivos que levaram seu antigo chefe a traí-lo.

Yakuza: Like a Dragon traz o frescor que a franquia precisava após seis títulos numerados e alguns jogos derivados e é perfeito para quem quer conhecer esse surpreendente, divertido e emocionante submundo do crime japonês – tudo com legendas em português brasileiro para você não perder nenhum detalhe. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Assim como em outros jogos da franquia Yakuza, Like a Dragon também apresenta situações e principalmente locais fictícios fortemente inspirados na realidade japonesa; além de trabalhar temáticas como a justiça e a hipocrisia da sociedade.
  • Dois pelo preço de um: Gostou de emendar combos e descer a porrada em criminosos nos cenários suburbanos de Streets of Rage 4? Se divertiu com o sistema de batalha por turno de Dragon Quest XI? Ou ainda, se emocionou com a história e os personagens de Final Fantasy XII? Então dê uma chance a Yakuza: Like a Dragon.
  • Presta atenção, freguesia: Você não precisa saber absolutamente nada dos jogos da franquia Yakuza que foram lançados anteriormente para aproveitar Like a Dragon.
  • Disponível para: Console | PC

Ori and the Will of the Wisps

Cena de Ori and the Will of the Wisps

Ori and the Will of the Wisps é um dos melhores metroidvania dos últimos anos

Reprodução/Moon Studios

Ori and the Will of the Wisps expande e melhora tudo o que foi apresentado por seu antecessor, Ori and the Blind Forest. Como uma sequência direta, o jogo de plataforma 2D e exploração ao estilo Metroidvania continua a aventura do espírito titular Ori, agora acompanhado da jovem coruja Kun.

Após voarem juntos e caírem acidentalmente na ilha corrompida de Niwen, Ori e Kun são separados e precisam, primeiramente, se encontrarem para depois descobrir uma forma de voltar para a floresta de Nibel, onde viviam pacificamente.

Com um mapa três vezes maior, ainda mais colecionáveis, o dobro de habilidades e uma narrativa ainda mais tocante do que a do primeiro jogo, Ori and the Will of the Wisps é uma aventura obrigatória para os donos de Xbox One. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Aborda de forma belíssima temas como família, amizade, destino, natureza e luz e trevas sem cair em maniqueísmos. 
  • Dois pelo preço de um: Extremamente recomendado para quem gosta de animações do estúdio Ghibli, em especial Meu Amigo Totoro e Princesa Mononoke.
  • Presta atenção, freguesia: Não é obrigatório ter jogado Blind Forest antes de embarcar em Will of the Wisps, mas a experiência é ainda melhor caso o tenha feito.
  • Disponível para: Console | PC

Dragon Ball FighterZ

Cena de Dragon Ball FighterZ

Dragon Ball FighterZ adapta o clássico anime como um ótimo jogo de luta

Divulgação/Bandai Namco

Dragon Ball FighterZ é um tipo raro de jogo. Em primeiro lugar, esta é uma das melhores adaptações do clássico mangá e anime de Akira Toriyama para os videogames. O jogo reproduz com muita fidelidade as intensas batalhas de Goku e seus amigos, enquadramento por enquadramento.

Ao mesmo tempo, Dragon Ball FighterZ também é um jogo de luta extremamente competente e divertido, com lutas entre trios muito rápidas, cheias de ação, mas sem deixar de lado todos os detalhes técnicos do gênero. Se você tirasse todos os personagens, locais e cenas de Dragon Ball, o sistema ainda seria ótimo.

Por ter esses dois elementos, Dragon Ball FighterZ não só um jogo de luta excelente, mas é também um dos melhores jogos de Dragon Ball e, por que não, um dos melhores jogos de anime de todos os tempos. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: Dragon Ball FighterZ tem muitas referências legais a um dos maiores animes de todos os tempos e também consegue ser um jogo divertido para novatos e complexo para veteranos.
  • Dois pelo preço de um: Perfeito para quem curte jogos de luta com super poderes, como Marvel vs. Capcom ou Street Fighter.
  • Presta atenção, freguesia: Dependendo da combinação de personagens e cenários, o jogo tem introduções e finalizações de luta chamadas Cenas Dramáticas, que recriam com perfeição algumas cenas do anime.
  • Disponível para: Console | PC

Psychonauts 2

Cena de Psychonauts 2

Psychonauts 2 é focado em exploração e resolução de enigmas

Divulgação/Xbox

Psychonauts 2 pode até parecer apenas mais um jogo de plataforma 3D, mas oferece uma experiência que vai muito além. Com um visual único, o título é repleto de personagens multidimensionais, cada qual com suas qualidades e defeitos em evidência, e a história continua de onde o primeiro Psychonauts parou, mostrando o protagonista Raz em treinamento para se tornar um membro oficial da agência de espiões com poderes psíquicos, os Psychonauts.

A narrativa evolui muito a partir desta premissa, enquanto os desafios são focados na exploração e resolução de enigmas muito bem elaborados. Em meio a esses problemas, Raz e seus companheiros exploram a mente de outros personagens para solucionar mistérios e, eventualmente, salvar o mundo.

Vale apontar ainda como a mensagem de Psychonauts 2 é bem executada, focando não apenas no lado humano (e, portanto, falho) dos personagens, mas também em questões de saúde mental.

Tudo embalado por uma divertida, inteligente e complexa viagem à mente dos indivíduos deste novo capítulo dirigido e roteirizado pelo celebrado Tim Schafer, que por sinal, comandou o desenvolvimento sem recorrer a terrível prática do crunch, na qual a equipe passa meses a fio fazendo horas extras para entregar o jogo no prazo. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Psychonauts 2 traz uma abordagem criativa e inteligente da saúde mental e da psiquê humana e suas complexas camadas.
  • Dois pelo preço de um: Jogue Psychonauts 2 se gostou das armadilhas mentais de Omori; dos combates psíquicos de Control; das filosofias abordadas em NieR Automata ou da jogabilidade criativa de Gravity Rush 2.
  • Presta atenção, freguesia: O funicular que pode ser consertado em uma das áreas do game foi modelado com base em um local real: o Funicular de Archanda (Bilbao), na Espanha. 
  • Disponível para: Console | PC

Halo Infinite

Cena de Halo Infinite

Halo Infinite traz o herói Master Chief de volta a um papel de destaque

Divulgação/Xbox

Depois de redefinir o que é um jogo de tiro em primeira pessoa, criando as bases desse gênero para além dos PCs no início dos anos 2000, Halo passou por uma crise criativa enorme. Em Halo: Infinite, primeiro jogo da franquia da Microsoft produzido para a atual geração do Xbox, a solução foi abraçar soluções vistas na concorrência.

A grande mudança de Halo: Infinite está em um cenário maior, amplo o suficiente para que o título adquira características comuns a outros jogos de mundo aberto, com grandes áreas para atravessar, segredos para descobrir e, sobretudo, bases de inimigos para conquistar.

O que está batido em tantos jogos de tiro em primeira pessoa se transforma em uma mudança bem-vinda em Halo Infinite justamente porque sua estrutura de jogo e seus controles continuam sendo alguns dos melhores do mercado.

No controle do super soldado Master Chief, uma espécie de “Capitão América espacial”, você tem ferramentas para enfrentar exércitos sozinho, e os controles de tiro e movimentação se agregam a uma ferramenta muito bem vinda de gancho, que agiliza a movimentação e permite que você se desloque para cima, aproveitando ainda mais os cenários enormes do jogo. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: Para quem não gosta de campanha, o modo multiplayer de Halo Infinite, um dos pontos fortes da série desde a sua criação em 2001, é gratuito.
  • Dois pelo preço de um: O mapa mais aberto faz de Halo Infinite uma opção óbvia para quem é fã de Far Cry, mas vale a pena conferir se você gosta de jogos battle royale como Call of Duty: Warzone, Fortnite ou Free Fire e quer jogos de mapas imensos com uma história mais fechada.
  • Presta atenção, freguesia: Batalhas de chefe nem sempre são o forte de jogos de tiro em primeira pessoa, mas em Halo: Infinite, esses momentos são um show à parte.
  • Disponível para: Console | PC

Death’s Door

Cena de Death's Door

Death's Door traz aventura sobre vida após a morte

Divulgação/Devolver Digital

Imagine controlar um pequeno corvo que coleta almas para uma espécie de agência de vida após a morte em uma aventura com câmera isométrica 3D repleta de ação e desafios? Se gostou dessa premissa, então Death’s Door é a sua pedida.

Claro que o jogo oferece mais, com a narrativa se desdobrando em reviravoltas interessantes e a jogabilidade ganhando cada vez mais camadas conforme o jogador explora e desbloqueia novas habilidades.

Afinal, o game progride de forma semelhante a The Legend of Zelda, com equipamentos sendo utilizados para resolver enigmas e, por tabela, destravar novos caminhos que antes eram inalcançáveis.

Além de perfeito para os colecionadores de troféus/conquistas de plantão, Death’s Door é desafiador e intrigante na medida certa para todos os tipos de jogadores. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Aborda questões como ação e consequência, e o ciclo da vida e da morte de forma interessante.
  • Dois pelo preço de um: Além do já citado The Legend of Zelda, recomendamos Death’s Door para quem se encontrou na jogabilidade e na exploração de Star Wars Jedi: Fallen Order ou na câmera isométrica e no combate de Hades.
  • Presta atenção, freguesia: O jogo é uma espécie de sequência de Titan Souls, outro jogo da mesma desenvolvedora, o estúdio Acid Nerve. Se você gosta de universos compartilhados, fica a dica!
  • Disponível para: Console | PC

Scarlet Nexus

Cena de Scarlet Nexus

Scarlet Nexus traz visual de anime e arte estilosa

Divulgação/Bandai Namco

Misture em uma panela um combate frenético e variado, uma mitologia rica que serve de base para uma história complexa e repleta de temas importantes, e um visual em anime com um design estiloso, criativo e futurista. O resultado é Scarlet Nexus. 

O game oferece duas narrativas distintas (mas complementares) e gameplay diferente para cada personagem jogável. Nos combates, Scarlet Nexus combina diferentes mecânicas, trazendo combos de ataques com um sistema de poderes telecinéticos que permitem arremessar diversos objetos sobre os inimigos e combinação de técnicas com personagens de suporte.

O elenco é vasto e é possível se relacionar com os personagens secundários e ser recompensado com isso – propício para quem adora gerenciar relacionamentos -; e a trilha sonora traz tensão e emoção nos momentos certos, mas também consegue manter um ritmo animado. Bastante dinâmico, diversificado e acessível, Scarlet Nexus é uma das surpresas mais agradáveis dos últimos tempos. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Aborda discriminação, elitismo, capacitismo, dentre outros.
  • Dois pelo preço de um: Se curtiu a jogabilidade variada e prazerosa de Devil May Cry V; as mecânicas de combate e os poderes paranormais de Control; ou as mecânicas e os temas trabalhados em Ni no Kuni II: Revenant Kingdom; dê uma chance para Scarlet Nexus.
  • Presta atenção, freguesia: Os veteranos da franquia Tales Of possivelmente se sentirão em casa, já que o diretor e o produtor de Scarlet Nexus trabalharam na série de JRPG em questão.
  • Disponível para: Console | PC

Outer Wilds

Cena de Outer Wilds

Outer Wilds recompensa a curiosidade ao explorar o espaço

Divulgação/Annapurna Interactive

Você é um alienígena partindo em sua primeira expedição rumo ao espaço. Sua espécie segue os passos de uma civilização antiga que misteriosamente desapareceu, mas deixou vários vestígios ao redor do seu sistema solar. 22 minutos se passam, o Sol no qual todos os planetas ao redor orbitam explode… e você retorna ao ponto de partida.

Dentro deste loop, a sua tarefa em Outer Wilds é entender o que está acontecendo neste universo e, talvez, encontrar uma maneira de quebrar o ciclo. Ir além da sinopse neste game independente é estragar as surpresas, mas Outer Wilds guarda uma jornada cheia de mistérios.

Este jogo independente é capaz de despertar uma profunda empolgação ao descobrir uma pista-chave para os segredos do universo, mesmo que ela tenha vindo enquanto você está completamente perdido. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: Outer Wilds é uma curta e excelente aventura cheia de viradas e descobertas que farão você se sentir maravilhado ao explorar um sistema solar cheio de segredos.
  • Dois pelo preço de um: O loop temporal e a característica não-linear de exploração do jogo fazem de Outer Wilds um filho bastardo de The Legend of Zelda: Majora’s Mask com jogos no estilo metroidvania.
  • Presta atenção, freguesia: Embora os mistérios sejam ótimos, os controles da nave e da roupa espacial em gravidade zero são um pouco complicados de aprender. Vale treinar um pouco na sala inicial, no primeiro planeta, para se habituar.
  • Disponível para: Console | PC

Resident Evil 7 biohazard

Cena de Resident Evil 7

Por meio da família Baker, Resident Evil 7 homenageia diferentes formas do terror

Divulgação/Capcom

Resident Evil sempre se apoiou na temática de zumbis criada por George Romero, mas o sétimo game da série vai além e abraça o terror como um todo, em uma carta de amor aos seus vários subgêneros.

Ao colocar você na pele de Ethan, um homem que viaja até uma suspeita chácara nos pântanos do sudeste dos Estados Unidos em busca de sua namorada, Resident Evil 7 apresenta seus verdadeiros protagonistas: a aterrorizante família Baker.

Em uma tentativa desesperada de sobreviver e salvar sua amada, Ethan precisa lidar com os Bakers, tomados por uma substância biológica misteriosa. Nesses encontros, Resident Evil 7 passeia por várias facetas do terror, indo do slasher de O Massacre da Serra Elétrica até o horror psicológico de Jogos Mortais.

Como jogo, Resident Evil 7 também aproveita uma tendência do meio nos anos 2010 e muda a perspectiva da ação para a primeira pessoa, o que deixa todos os sustos ainda mais intensos. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: Resident Evil 7 revira a fórmula da franquia e traz situações pouco convencionais em relação a seus antecessores mais focados em zumbis.
  • Dois pelo preço de um: Recomendado para quem joga títulos de terror para vários jogadores como Phasmophobia ou Dead By Daylight e quer uma experiência mais contida.
  • Presta atenção, freguesia: O design de som de Resident Evil 7 é o detalhe que mais passa despercebido, mas faz a maior diferença, com sons aleatórios que nos fazem pensar se estamos correndo risco. Duvida? Então jogue com fones de ouvido.
  • Disponível para: Console | PC

Forza Horizon 5

Imagem promocional de Forza Horizon 5

Forza Horizon 5 leva festival de corrida ao México

Divulgação/Xbox

Jogar Forza Horizon 5 é como sair em uma viagem sem hora para acabar. Ao longo de cinco jogos, a Microsoft aperfeiçoou ao máximo seu jogo de corrida para entregar prazer na simples atividade de acelerar um carro sem objetivo, sem rumo e em qualquer direção.

Como manda a tradição da série de jogos de corrida, o destino da vez é o México, cuja topografia acidentada e climas variados são perfeitos para navegar pelos mais diversos tipos de terreno, com selvas litorais, desertos e até mesmo montanhas nevadas, tudo com um nível de detalhe visual de altíssima qualidade.

Essa abundância de biomas é perfeita para os vários tipos de atividades existentes em Forza Horizon 5, que reúne corridas na pista e off-road em uma espécie de Lollapalooza do automobilismo.

Por trás dos gráficos e do clima festivo, Forza Horizon é também um dos mais acessíveis jogos de corrida existentes no mercado, pois consegue atender a todo tipo de público, com um sistema que pode agradar quem nunca pisou em um acelerador na vida, como também apresentar opções que aumentam o realismo no comportamento do carro, deixando o jogo ao gosto dos entusiastas por esportes a motor. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: O aspecto que mais se sobressai em Forza Horizon 5 é sem dúvida o visual, que brilha tanto nos cenários quanto na coleção de carros existente no jogo, mas vale a pena também ficar de olho no som, da trilha sonora ao ronco dos motores.
  • Dois pelo preço de um: Forza Horizon é um jogo de corrida obrigatório para quem quer se divertir com o gênero sem muito compromisso, algo que os fãs de Need for Speed devem sentir falta. Mas também é recomendado para quem curte games de mundo aberto que convidam à exploração.
  • Presta atenção, freguesia: O sistema de criação de personagem em Forza Horizon 5 é o mais respeitoso da história da franquia em relação à diversidade, com opções que vão desde membros prostéticos para pessoas com deficiência até a escolha de pronomes.
  • Disponível para: Console | PC

Hades

Cena de Hades

O premiado Hades possui elementos de dungeon crawler

Reprodução/Supergiant Games

A desenvolvedora Supergiant Games ficou famosa por conectar de forma única a parte interativa dos jogos com a história e, depois de lançar três games nos quais pôde demonstrar essa capacidade – Bastion, Transistor e Pyre -, o estúdio produziu em Hades sua obra-prima. Este é um jogo de ação no qual você explora catacumbas com uma mecânica roguelike (perdeu, acabou o jogo), um combate frenético e uma visão de cima, com câmera isométrica.

O que torna Hades tão único em meio a tantos jogos que também mesclam esses gêneros e subgêneros é seu belíssimo visual e sua intrigante narrativa, que está diretamente conectada à sua jogabilidade e mecânicas.

Quanto mais o protagonista Zagreus morrer, seja através de armadilhas, seja em combates mortais; mais o jogador irá desvendar a trama. Afinal, quando o personagem principal falha em sua jornada para fugir do Submundo, isto é, o Hades, ele retorna para seus aposentos e precisa refazer tudo.

O diferencial é que Zagreus e todos os demais personagens, deuses e semideuses que o acompanham sua fuga, se recordam de tudo – e inclusive, não perdem a oportunidade de fazer piadas a respeito disso.

Riquíssimo em gameplay e narrativa, Hades é um dos jogos mais divertidos, desafiadores e belíssimos dos últimos tempos. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Hades traz uma nova e refrescante perspectiva sobre a mitologia grega, reinterpretando alguns mitos com bom humor e autenticidade.
  • Dois pelo preço de um: Hades é recomendado para quem gostou da jogabilidade flexível e dos cenários de Children of Morta, ou para quem curte o level design bem feito e a progressão de história atípica de Dark Souls e Bloodborne. E se você for fã dos demais jogos da Supergiant Games, mergulhe sem medo em Hades.
  • Presta atenção, freguesia: Hades concorreu e venceu em diferentes categorias nas principais premiações dos videogames, incluindo The Game Awards, DICE, a categoria extraordinária de games do prêmio Hugo em 2020, entre outros.
  • Disponível para: Console | PC

Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age

Cena de Dragon Quest XI

Dragon Quest XI é RPG tradicional com toques modernos

Divulgação/Square Enix

Dragon Quest XI é uma versão moderna dos RPGs clássicos do Japão lançados entre os anos 1980 e 1990, que consegue aliar o charme de uma aventura tradicional com a maior parte das facilidades que existem nos jogos atuais.

Como manda boa parte dos jogos clássicos do gênero, você é um herói predestinado a salvar o mundo. A partir daí, temos muitas reviravoltas e surpresas em um belo mundo cheio de criaturas incríveis e armas poderosas. As batalhas, como de costume, são feitas em turno, mas Dragon Quest XI tem um sistema em que você pode andar livremente durante as lutas enquanto espera seu turno.

Dragon Quest influenciou todo um gênero de jogos conhecido como JRPG. Quase três décadas depois, a série ainda mantém muitos de seus elementos por tradição, mas Dragon Quest XI é a melhor maneira de conferir porque essa franquia é tão querida.

  • Leva que tá doce: Se os traços de Dragon Quest parecem familiares, há um motivo: todo o design de personagens, desde o primeiro jogo da série, é feito por Akira Toriyama, o criador de Dragon Ball.
  • Dois pelo preço de um: Dragon Quest influenciou praticamente todos os RPGs japoneses, de Final Fantasy a Persona. Portanto, é uma boa pedida para quem curte o gênero.
  • Presta atenção, freguesia: Dragon Quest XI foi lançado em 2017 em duas versões: a de PlayStation 4, com gráficos em 3D, e a de Nintendo 3DS, com gráficos retrô em 2D. A edição definitiva do jogo, disponível no Game Pass, permite que você jogue tanto em 2D quanto em 3D.
  • Disponível para: Console | PC

Doom Eternal

Cena de Doom Eternal

Em Doom Eternal, você vai destruir todos os demônios no seu caminho

Divulgação/Bethesda

Enquanto a maioria dos jogos de tiro em primeira pessoa atuais abraçam um estilo mais tático e cadenciado, Doom Eternal segue a cartilha que consagrou seus antecessores e ajudou a fundar o gênero, no início dos anos 1990: a melhor estratégia é partir pra cima.

A premissa do jogo é simples: na pele de um soldado que precisa salvar a Terra de uma invasão de criaturas do inferno, você vai destruir e decepar demônios como se não houvesse amanhã. E a desenvolvedora id Software trabalha para que essa atividade seja feita da forma mais prazerosa possível.

De certa forma, Doom Eternal é o equivalente digital de descontar a raiva em um saco de pancadas, já que você não precisa poupar forças contra nada em seu caminho. À medida que a aventura avança, as coisas vão até ficando mais complexas nos combates e na travessia dos cenários, mas a mentalidade de partir agressivamente para cima de seus inimigos permanece. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: É a representação moderna de um clássico dos videogames, que cria uma fantasia de poder diferente da maioria dos jogos de tiro atuais.
  • Dois pelo preço de um: Doom Eternal é o tipo de jogo perfeito para quem gosta de jogar GTA destruindo tudo até pegar as seis estrelas da polícia.
  • Presta atenção, freguesia: Inspirada no thrash metal, a trilha sonora de Mick Gordon traz a injeção perfeita de adrenalina para a ação desenfreada existente em Doom Eternal. Não à toa, músicas como “The Only Thing They Fear is You” transcenderam o jogo e acompanham memes e vídeos de TikTok internet afora.
  • Disponível para: Console | PC

Hellblade: Senua’s Sacrifice

Cena de Hellblade: Senua's Sacrifice

Hellblade é jogo de ação que levanta questões sobre saúde mental

Divulgação/Xbox

Em Hellblade, você guia a guerreira celta Senua em uma viagem brutal até o inferno viking para lutar pela alma de seu falecido amor. 

Hellblade: Senua’s Sacrifice traz um combate desafiador, visuais estonteantemente macabros e um trabalho de edição e mixagem de áudio ímpares. Tudo para evocar o máximo de imersão possível durante a jornada do jogador através dos surtos de fúria melancólica e da mente deteriorada da protagonista. 

É uma combinação única de aventura cinematográfica comum nos videogames atuais com temas de saúde mental que são pouco abordados em títulos de alto orçamento. – Jessica Pinheiro

  • Leva que tá doce: Protagonista feminina complexa, emotiva e destemida. Acompanhar as fases do luto de Senua é impactante.
  • Dois pelo preço de um: Recomendado se você gostou da abordagem sobre saúde mental em Psychonauts 2; da temática, ação e ambientação viking de God of War (2018); ou da melancólica experiência de Gris por meio das fases do luto.
  • Presta atenção, freguesia: O desenvolvimento de Hellblade: Senua’s Sacrifice foi feito em colaboração com neurocientistas e pessoas que sofreram de psicoses.
  • Disponível para: Console | PC

Hitman Trilogy

Hitman Trilogy une os três melhores jogos do Agente 47

Divulgação/IO Interactive

Hitman Trilogy é um pacote que junta a melhor trilogia de jogos protagonizada pelo Agente 47, cujo visual marcante levou essa história até mesmo para os cinemas, em duas adaptações diferentes.

Os três jogos, que contam a história de origem do personagem, têm os mesmos elementos em comum, jogando você em cenários muito bem elaborados. Na história principal, cada local é uma fase dentro da história a ser contada.

No entanto, o jogo também permite que você crie suas próprias missões, permitindo que qualquer pessoa dentro da fase se torne um alvo. Da mesma forma, você também pode jogar fases criadas por outras pessoas, abrindo espaço para um sistema de jogo extremamente maleável com desafios infinitos.

Essa trilogia pode ser considerada a versão definitiva do jogo de ação furtiva, no qual você avança passando despercebido pelos oponentes até cumprir seu objetivo. Mas, em vez de se limitar a rotas pré-estabelecidas, o game é como uma coletânea de quebra-cabeças que pode ser montada de várias maneiras. – Bruno Silva

  • Leva que tá doce: É um dos melhores jogos de ação furtiva de todos os tempos, com cenários deslumbrantes e muito bem construídos, em um sistema de jogo que permite a criação de desafios quase infinitos.
  • Dois pelo preço de um: Jogue Hitman se você curte qualquer game de ação furtiva, como Metal Gear Solid ou Splinter Cell, ou se você curte esse estilo de jogo em games de ação ou tiro mais amplos como Call of Duty.
  • Presta atenção, freguesia: Você não pode perder a fase de Dartmoor em Hitman 3, que reproduz em formato interativo as intrigas do filme Entre Facas e Segredos (Knives Out), na qual você precisa desvendar um assassinato. É uma das fases de jogo de ação furtiva mais criativas já criadas.
  • Disponível para: Console | PC

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QUEM FEZ
Bruno Silva

Bruno Silva

Editor de games e animes na Tangerina, Bruno Silva é brasiliense e fã de basquete. Jornalista, apresentador e streamer, foi co-criador do The Enemy e já publicou no Omelete, Nerdbunker, Metrópoles e Correio Braziliense.

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